EXPERIÊNCIAS PROJETIVAS CONFIRMADAS – Parte 2

Print Friendly, PDF & Email
Avalie o artigo

Meu objetivo com os relatos que venho descrevendo não é provar nada a ninguém, nem tentar convencer ninguém de nada, nem mostrar o que fui e sou capaz de fazer com a projeção astral.
Desejo unicamente mostrar a possiblidade de confirmação de alguns fatos, ou a existência de coisas materiais que vemos no Plano Físico, depois que retornamos ao corpo físico.
Assim, trago mais dois relatos com confirmação de informações obtidas fora do corpo.

3º CASO. CONFISSÕES ÍNTIMAS DE UMA AMIGA.
Em 1978 ou 1979, quando ainda estava no início de minha experiência projetiva, tive uma experiência de projeção astral em que eu estava com uma conhecida minha, noiva de um grande amigo meu, e com quem tinha certa intimidade.

Lembro-me que ela estava sentada, e eu ao seu lado, e ela me contava certos detalhes do que seu noivo havia feito com ela, em estímulo sexual.
Jamais ela me contaria espontaneamente o que eles fizeram se eu não tivesse contado a ela o meu “sonho”, e ela sabia que eu estava fazendo experiências de projeção astral.
Relutei muito, com certa vergonha, antes de lhe contar meu “sonho”, mas por fim, desejando uma prova da realidade de minha experiência, terminei por tomar coragem e meio sem jeito contei-lhe o “sonho” projetivo.

Ela ficou vermelha, abaixou a cabeça inicialmente, quando lhe contei o que ela havia me contado fora do corpo, mas confirmou que o que ela me contou no “sonho” de fato havia acontecido, e exatamente como lhe contei.
Isso, para mim, confirmava minha experiência, o que no início foi importante, para me dar mais segurança e confiança no que lembrava.
A cada experiência confirmada, ia analisando os detalhes da experiência, e percebia um padrão, que aprendi a reconhecer mesmo nas experiências em que não era possível confirmar fatos e coisas que eu via.

Nesse caso, encontrei-me com outra encarnada, também projetada, que nada se lembrou de nosso encontro, e ela me contou coisas íntimas e pessoais que não contaria a qualquer um, e nem mesmo me contaria no corpo físico, mas sentiu mais confiança em mim fora do corpo, e me contou coisas que depois ela mesma confirmou estando desperta no corpo.
Não havia como eu saber daqueles fatos, pois seu noivo jamais me contaria suas intimidades sexuais.

4º CASO. VENDO RUÍNAS DE TÚMULOS NO EGITO.
Em 1992 tive uma experiência muito interessante.
Estive no Egito sobrevoando a Grande Pirâmide de Quéops.
Ficava flutuando acima da pirâmide por um tempo, lentamente, olhando para baixo, a uma certa altura, e depois estava em frente a um cemitério e via um homem de preto perto do local onde eu estava.

Não lembro mais nada dessa projeção ao Egito.
No mesmo ano houve um terremoto no Egito, e foram abertas fendas perto da Grande Pirâmide, o que vi pela televisão.
Não vi detalhes das fendas, nem nada mais da região das pirâmides na reportagem de TV.
Em 1993 fui fisicamente ao Egito, e fui sozinho uma tarde fazer observações na área das pirâmides.
Depois de andar muito pela região, e tirar muitas fotos, comecei a perceber que havia buracos no chão do lado direito da Grande Pirâmide, vendo-a de frente, e fui seguindo os buracos e fotografando tudo.

De repente, estava dentro de uma área cheia de construções de blocos de pedra grandes.
Era uma área proibida para os turistas, o que só descobri depois que dela saí, quando então vi uma grande placa dizendo “Closed Area” (Área Proibida).
Ao entrar na área, eu não vi placa nenhuma.
Descobri depois que ali era uma cidade cemitério, ou seja, túmulos, feitos de blocos de pedra, estando ainda em escavação pelos arqueólogos.
Ainda havia muita areia a ser retirada do local, e as portas dos túmulos estavam trancadas com cadeados.
Turistas não podiam entrar na área.

Entrei em um dos túmulos, esgueirando-me por uma apertada janelinha, e tirei fotos dentro; subi no telhado de outro, e enquanto tirava fotos de toda a região ao redor, passou na estrada de asfalto perto da pirâmide um policial montado em um camelo, e olhou para mim em cima do telhado, na maior tranquilidade e naturalidade tirando fotos de tudo, e ele não fez nada, nem veio na minha direção, o que me fez pensar não estar fazendo nada de errado.
Depois que saí da área e ver a placa indicando a proibição para entrar ali, pensei que o policial deve ter achado que eu era um arqueólogo, uma vez que eu estava vestindo uma bermuda cinza, tênis com meias de cor cinza, camisa cinza e boné, e sou moreno, com nariz grande, parecendo um egípcio.
Duas vezes lá no Egito fui confundido com egípcios, e eles chagavam falando árabe comigo de vez em quando.
Assim, deve o policial realmente ter pensado que eu era um arqueólogo egípcio, e por isso não me incomodou, e isso permitiu que eu tirasse muitas fotos inéditas daquela área proibida.
Detalhe importante. Quando tive o “sonho” projetivo que estava no Egito, acima da Grande Pirâmide, acordei com a certeza de que havia uma cidade soterrada junto das pirâmides. Mas isso não era fato real, histórico, arqueológico.

Em 1992, quando tive o “sonho”, ainda não havia acontecido o terremoto que descobriu, que desenterrou, parte da região dos túmulos, e que deu início às escavações arqueológicas.
Assim, não havia como eu saber da existência daquelas ruínas de túmulos em 1992 quando estive lá projetado, nem mesmo havia como eu estar sugestionado ao ter o “sonho”.
Ninguém sabia da existência das ruínas antes do terremoto de 1992, e eu estive lá projetado antes do terremoto.
Fui fisicamente ao Egito em 1993, indo ao local sem nem de longe imaginar que encontraria qualquer ruína ou túmulos ao lado da Grande Pirâmide.
Foi uma grande surpreza para mim.

Acabei, sem querer, e involuntariamente, confirmando que o que eu vira quando fui projetado ao Egito em 1992, fora do corpo, estava debaixo da terra, soterrado pelas areias, e nem estava visível na superfície da areia.
Assim, de alguma forma eu devo ter entrado na areia, levado talvez por alguém, mas não me lembro disso, e vi os túmulos de pedra.
De outra forma, como eu poderia ter certeza ao voltar ao corpo e acordar que existia uma cidade enterrada ao lado da pirâmide? Nada podia fazer com essa informação!
Nenhuma revista, nenhum site, nenhum livro no mundo falava ainda desses túmulos nem mesmo quando eu estive no Egito em 1993. Ainda havia silêncio sobre a descoberta recente.
A área ainda estava sendo escavada, e era restrita a arqueólogos.

Mais uma experiência que me confirmou a veracidade das informações que obtive fora do corpo, aumentando a minha confiança nas experiências projetivas.
Muita Paz.

Salvador, 01 de outubro de 2010.
Luiz Roberto Mattos

Conheça nossa loja virtual: http://mestresanakhan.com.br/loja/

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *