TECNOLOGIA NO MUNDO ESPIRITUAL

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Quando eu era bem jovem, entre 18 e 22 anos, bem no início de meus estudos espiritualistas, li muitas dezenas de livros que me davam a ideia de que os objetos no mundo espiritual eram plasmados, ou seja, eram formados apenas pela força do pensamento que agia sobre a matéria ou substância do mundo espiritual, sem necessidade de construir os móveis, fabricar objetos, etc.
Com o passar do tempo, e muitas experiências de projeção astral, junto com novos estudos em livros mais modernos psicografados, fui percebendo que, na verdade, pelo menos nas zonas astrais mais próximas do mundo físico, os móveis e objetos não são simplesmente plasmados, como antes eu pensava, e como alguns autores sustentavam. Eles são igualmente fabricados, com esforço físico também, como aqui fazemos no chamado mundo material.

Hoje, os livros psicografados mais modernos, desde, aliás, os livros ditados pelo espírito André Luis a Chico Xavier nos anos 1940 até as obras ditadas ao médium Robson Pinheiro na última década, nos mostram que há muita tecnologia no mundo espiritual, e que ela é muito mais avançada do que a nossa tecnologia do mundo físico.
Poderia dizer hoje, seguramente, e sem medo de errar ou exagerar, que a tecnologia utilizada no mundo espiritual está pelo menos 100 anos na nossa frente.
Isso inclui tanto a tecnologia de aparelhagem usada em hospitais, quanto também a utilizada para comunicação, divertimento, estudo, transporte e fins bélicos.
Há tecnologia para tudo no mundo espiritual, da mesma forma como temos hoje tecnologia para tudo aqui no nosso Plano Físico.
Os livros psicografados da série de André Luis, desde a década de 1940, já mostravam um avanço tecnológico maravilhoso no lado de lá.

No livro Nosso Lar, André Luis nos falou de aparelho de comunicação audiovisual que se assemelha ao nosso televisor, isso em 1939, época retratada na obra. Os lares dos encarnados nem sonhavam com isso.
André Luiz nos descreveu o aeróbus, um veículo de transporte público usado na cidade espiritual Nosso Lar, muito mais avançado do que qualquer trem deste início de século XXI, pois o aeróbus flutuava sobre o solo, sem tocá-lo, e sem rodas ou trilhos, o que ainda não temos.

O psicoscópio para “ler” a aura humana, do corpo espiritual, na forma descrita por André Luis, ainda sequer é sonhado pelos encarnados.
Os livros mais atuais, também psicografados, como as obras do médium mineiro Robson Pinheiro, sobretudo a trilogia fantástica formada por Legião, Senhores da Escuridão e A marca da Besta, nos mostram mais tecnologia ainda, como naves enormes que flutuam, e que descem aos abismos do subterrâneo terrestre levando espíritos em missão; armas avançadas que utilizam eletromagnetismo; aparelhos de comunicação como os nossos telefones celulares; clonagem do corpo espiritual; aparelhos minúsculos de nanotecnologia, que são introduzidos em seres humanos e muitas outras coisas.

Ao longo de meus 32 anos de experiência em projeção astral, perambulando por outros planos e dimensões, principalmente no Plano Astral ou mundo espiritual mais próximo da crosta terrestre, tive oportunidade de confirmar a existência de muita tecnologia e aparelhos descritos nos livros de André Luis e tembem nas obras mais modernas psicografadas por Robson Pinheiro.
Sei que muita gente, sobretudo espíritas, desdenha dessas obras do médium mineiro, mas não vejo razão para isso. Acho que é um pouco de preconceito, ou resistência à ideia de que o mundo espiritual tem mais tecnologia do que nós encarnados. Mas isso é uma realidade!
Quando foi lançada a obra Nosso Lar, no início dos anos 1940, mostrando já uma tecnologia mais avançada no mundo espiritual, muitos desdenharam também, e torceram o nariz, mas com o tempo a aceitação foi geral.

O que acontece hoje é o mesmo, em relação aos livros de Robson Pinheiro.
Daqui a algum tempo serão aceitos integralmente, na medida em que outros médiuns escreverem sobre a mesma tecnologia, pois ela é universal.
Se a tecnologia existe de fato, ela não poderá ser citada apenas pelos espíritos que ditam livros para o médium mineiro.
Já em 1978 ou 1979, bem no início de minha vivência em saídas astrais, tive a oportunidade de ver e entrar em uma nave que estava estacionada, flutuando, ao lado de meu apartamento, que ficava no terceiro andar de um edifício pequeno.

Acredito hoje que fosse uma nave terrestre, mas não física. Uma nave do mundo espiritual, como a que está descrita nos livros Senhores da Escuridão e A marca da Besta.
Uma nave que deve ter ido me pegar para alguma viagem no mundo espiritual, pois já naquele tempo eu trabalhava na outra dimensão, em socorro a espíritos desencarnados.
Durante muitos anos de projeção astral não me ligava muito em tecnologia e aparelhos, e por isso não prestava muita atenção a essas coisas, e em razão disso não me lembrava muito de ter visto aparelhos ao retornar ao corpo físico.
Todavia, de 2006 para cá, depois que meu pai desencarnou, muita coisa mudou para mim.

Passei não somente a ter experiências em que sentia tato no corpo espiritual, e também gustação e sensação de materialidade do corpo espiritual, mas também passei a ver aparelhos diversos, e avançados.
Na minha primeira tentativa de chegar até meu pai, apenas alguns dias depois de seu desencarne, segui junto com um irmão meu em um automóvel que se assemelhava ao meu carro na época.
Essa foi a primeira vez em que me lembrei de ter visto um automóvel no mundo espiritual, e eu estava dirigindo o veículo, como faço na dimensão física.
Saímos do mundo material com o veículo e descemos, e quando chegamos a uma determinada profundidade, em uma região escura, deixamos o carro e seguimos a pé, como fez a equipe descrita no livro senhores da Escuridão. O carro só podia seguir até ali. Acho que o tipo de combustível usado pelo veículo e a falta de estradas no chamado umbral não permitem circular com qualquer tipo de veículo por lá.

Poucos dias depois, me lembrei de ter estado também na mesma região escura, em frente a um hospital, onde vi um caminhão, e muitos homens perto dele, incluindo meu pai. Esse foi o segundo veículo visto por mim no mundo espiritual.
Mais alguns dias depois disso, estive projetado em uma região clara, onde fui encontrar meu pai outra vez, estando ele agora internado em uma casa coletiva de repouso, onde vi na área externa, em uma área gramada, um veículo parecido com o carro brasileiro Gurgel, sem capotas, e o vi inclusive manobrando, saindo de ré, e vi um portão eletrônico se abrinco para ele sair. Tecnologia.

Alguns dias depois fui mais uma vez ao encontro de meu pai, e desta vez ele já estava em uma casa individual, em região campezina, parecendo uma fazenda, e fui também de carro, com o mesmo irmão, e me lembro da estrada de terra, erodida pela chuva.
Outra vez fui novamente ver meu pai, dirigindo o mesmo carro, só que dessa vez sozinho, e passei por ruas que pareciam asfaltadas, em uma periferia de cidade no mundo espiritual, com sinaleiras e tudo.

Em uma de minhas experiências maravilhosas fora do corpo, viajei de carro com minha esposa por estradas, vendo inúmeros carros pequenos e também caminhões e ônibus. E em outras tantas experiências vi carros trafegando em largas avenidas, caminhões e ônibus. E isso aos poucos foi me fazendo perder certa resistência inicial, pois ficava achando que eu tinha imaginado os veículos que via. Depois aceitei tudo isso como real, pois era por demais frequente.
Já tive um aparelho pequeno, metálico, instalado em meu corpo espiritual, e eu o peguei e senti na mão quando ele saiu do meu corpo espiritual, tendo aquela mesma sensação de pegar metal, duro, frio. Não era nada etéreo, nem fluídico! Era bem material!

Soube depois, de um amigo espiritual, incorporado, que haviam implantado aquele aparelho em mim, na base de minha coluna, para estimular bastante a energia sexual, para me desestabilizar. Um aparelho parasita, usado para fins de obsessão, como descrito em livros de Robson Pinheiro. Não era um aparelho para controlar a mente, os pensamentos, mas apenas para estimular a energia sexual. Comprovei em mim mesmo a realidade do que o livro descrevia.

Em uma experiência de projeção astral, em 2010, eu estava com um pequeno aparelho de comunicação na mão, semelhante a um telefone celular, e eu ligava para um filho de um primo meu, que atendia o aparelho, e conversamos, e eu lhe dizia no final que se ele precisasse de mim que me ligasse. Isso tudo no mundo espiritual.
Muita gente pensa que a comunicação no mundo espiritual é toda telepática! Mas não é bem assim!
Nem todos têm a condição de se comunicar telepaticamente.

Se fosse assim tão fácil, então todos os nossos entes queridos desencarnados poderiam captar todos nossos pensamentos dirigidos para eles, e isso não acontece.
Vejam que André Luiz ficou 8 anos no umbral, sem perceber jamais o pensamento da família, e sem nenhum contato com seus parentes.
Quando o telefone foi inventado no mundo material, ele já existia antes no mundo espiritual, e o telefone celular já era usado lá antes de ser inventado por nós encarnados.
Nos centros espíritas e espiritualistas de cura, como aquele onde trabalho, os espíritos usam diversos tipos de aparelhos, inclusive nas salas mediúnicas, para facilitar a incorporação, como um capacete que já me foi descrito várias vezes. Em salas de passe também são instalados aparelhos.

Outro dia recebemos a visita em nossa reunião mediúnica de um espírito desencarnado que fora um grande inventor no início do século XX. Ele nos disse que havia sido convidado pela equipe espiritual para conhecer o nosso trabalho, e para criar aparelhos para nosso hospital multidimensional.
Isso nos mostrou que os espíritos não plasmam tudo! Os aparelhos precisam primeiro ser inventados, o que envolve conhecimento científico, de física, principalmente. Como plasmar, por exemplo, um aparelho de comunicação se você não conhece como ele funciona? Isso seria mágica!
Após a conversa com o espírito, e com os dados que ele me forneceu, mas sem dizer o seu nome, fui pesquisar na internet, e me convenci de que ele era, ou foi, Nicolas Tesla, um gênio inventor, que criou a famosa e até hoje utilizada bobina de Tesla. Ele hoje é procurado por muitos no mundo espiritual para criar aparelhos. A justiça americana decidiu recentemente que na verdade foi ele o inventor do telefone. Os livros de história vão ter que mudar!

Pelo menos em três vezes em que fui ao encontro de meu pai no mundo espiritual eu vi aparelho de TV, tanto na casa coletiva de repouso quanto na casa dele. E uma vez vi também um aparelho de TV preso na parede, ligado, em um quarto de hospital, no mundo espiritual, e vi e ouvi propaganda comercial, como vemos aqui em nossa dimensão física. Acho que lá eles pegam nossos sinais de TV, e também de rádio. Um dia a recíproca será também verdadeira.
Já vi armas, e até já usei, em missão de captura a espíritos. Eram armas eletromagnéticas, não armas de fogo. Elas não matam, é claro!

Poderia falar ainda muito sobre tecnologia no mundo espiritual, mas ficaria muito grande este texto, e cansaria o leitor além da conta, além do que já estou cansando.
Fica para um livro futuro.
Apenas espero que o leitor reflita e perceba que se aqui temos já muita tecnologia, e que consideramos muito avançada, no mundo espiritual há muito mais, e muito mais avançada ainda.
Muita Paz.
Salvador, 28 de dezembro de 2010.

Luiz Roberto Mattos

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