EU FUI UM MAGO NEGRO!

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Esta é uma revelação que fiz apenas uma única vez, em uma comunidade de projeção astral no ORKUT, da qual participo.
Eu fui um mago negro!
Não nesta vida! No passado!
Olhando para trás, para o tempo em que fui o que hoje chamam de mago negro, eu mudei muito! Evoluí bastante!
O que é um mago negro, para princípio de conversa?
É um mago da raça negra? É um mago que se veste de preto?
Não, não é nada disso!

A palavra mago deriva de magia. Assim, mago é quem pratica magia. Antes o mago também era chamado de mágico! E os mágicos de hoje tentam imitar o que antigos magos faziam! Só que, com a perda do conhecimento e dos poderes, os mágicos de hoje fazem apenas truques, enquanto que os antigos mágicos realizavam realmente coisas extraordinárias!
Há hoje várias formas de magia, e todas elas são superficiais.
O verdadeiro conhecimento de magia, que era praticado desde os tempos da Atlântida se perdeu no tempo. Isso já me foi dito por espíritos amigos, e de confiança!
O que restou, e que ainda é praticado por poucos atualmente, não é nem um pálido reflexo da magia praticada na Atlântida, na Pérsia e Egito antigo.
Quando vejo escritor famoso sendo chamado de mago, e se vestindo apenas de preto, dou risada, pois ele nem sabe o que é magia de verdade.
Os verdadeiros magos negros jamais escreveriam sobre santos, sobre cristianismo, igrejas, etc. E os “magos brancos” não se vestiriam de preto!
Não conheço hoje um único mago de verdade encarnado! Mago com os conhecimentos e poderes que os antigos magos possuíam, e utilizando-os efetivamente!
O conhecimento da magia antiga se perdeu no tempo com o afundamento da Atlântida, e apenas um pálido reflexo sobreviveu após o seu afundamento, em pequenas escolas iniciáticas no Egito e na Caldeia.

O que é um mago negro?
Na antiguidade remota, sobretudo na Atlântida, havia ordens religiosas compostas por sacerdotes, que eram seres vindos de um planeta do sistema solar em torno do sol chamado Capela.
Esses sacerdotes eram, em grande parte, seres orgulhosos e vaidosos, expulsos de seu planeta por não mais acompanharem o progresso evolutivo da maioria de seus habitantes.
Vieram para a Terra para regeneração, e começaram a encarnar.
Muitos dos capelinos eram seres ligados a religião, seitas e caminhos iniciáticos em seu planeta, e aqui acabaram sendo atraídos para ordens religiosas em templos dirigidos por sacerdotes mais evoluídos, que buscavam ensinar não apenas a magia, o desenvolvimento dos poderes psíquicos, mas também ensinavam moralidade.
Todavia, alguns dos discípulos, dos alunos, por serem ainda muito orgulhosos e vaidosos, intentaram tomar o poder das organizações, dominando-as.
Esses praticantes de magia, não a magia que hoje conhecemos, mas algo muito mais profundo, e com grande desenvolvimento de poderes psíquicos, se desviaram do caminho da magia de cura, utilizada para auxiliar as pessoas, e então nasceram o que hoje se chama de mago negro.
Se lembrarmos do filme Star Wars (Guerra nas Estrelas), veremos como um jovem iniciado, vaidoso, orgulhoso, revoltado, e com ciúme do mestre, mudou de lado, aliando-se a outros seres voltados ao mal, representado no filme como “o lado negro da força”.
O que é o lado negro da força?

É a utilização da força, da energia, do conhecimento psíquico para o domínio dos outros, para a conquista do poder sobre os outros.
O que levou os antigos magos da Atlântida a se desviarem do bom caminho e se tornarem magos negros foi o desejo de poder, acima de tudo, e aí entrou o orgulho excessivo, e a vaidade extrema.
Os antigos sacerdotes da Atlântida não eram negros, nem usavam roupas pretas!
A expressão mago negro se refere ao fato de terem se voltado para o lado negro da força, como chama o filme citado, e por se aliarem a espíritos das trevas, das regiões escuras, e por isso negras. Daí mago negro.

Eram sacerdotes que se desviaram do bom caminho, por orgulho, por vaidade, e por ainda desejarem muito o poder.
Alguns já vieram de Capela com esse potencial para a busca do poder, e cheios de orgulho e vaidade. E outros eram seres simples, terráqueos, que se deixaram enebriar pelos pensamentos dos que buscavam avidamente o poder psíquico para usar na dominação das massas.
Eu estava entre os terráqueos com alguma inteligência já despertada quando os capelinos aqui chegaram. Não sou capelino!
Isso me foi revelado muitos anos trás por um capelino amigo, incorporado em uma médium de minha confiança, com quem trabalhava em um centro espírita.
Eu era um hominoide peludo inteligente, que admirava o fogo, quando os capelinos aqui chegaram, pelo menos uma leva deles, pois houve várias, em épocas diferentes. E eles me usaram, me ensinaram, “fizeram a minha cabeça”, e eu gostei do que aprendi, e do poder que conquistei, e me tornei orgulhoso, vaidoso, e terminei me tornando um mago negro.
Não posso culpar ninguém por isso! Eu tinha livre-arbítrio!

Depois, fui sacerdote na Pérsia, e em seguida no Egito, com grande poder! Eu já tive muito poder, conforme me disse um amigo espiritual!
Juntei-me a grupos de sacerdotes orgulhosos e vaidosos que gostavam demais do poder que tinham!
Fazíamos experiências médicas com as pessoas! E aprendemos muito sobre o corpo humano, e assim a medicina egípcia se desenvolveu!
O que os médicos nazistas fizeram em termos de experiências médicas com os judeus não foi nada perto do que era feito por sacerdotes no Egito com a população local!
Hoje faço parte de um trabalho de cura, junto com alguns antigos companheiros que já se regeneraram, para resgate desse passado no Egito. São antigos magos negros resgatando seu passado delituoso, alguns encarnados e outros desencarnados dando suporte. Mas nem todos os nossos trabalhadores foram sacerdotes no Egito.
Assim nasceram no Egito muitos médicos e cientistas do corpo humano na antiguidade!
A Grécia aprendeu medicina com o Egito, e isso se deveu aos sacerdotes egípcios e suas experiências médicas, inclusive no processo de mumificação!
O conhecimento de magia dos antigos sacerdotes egípcios não se comparava mais ao que se sabia na Atlântida, mas mesmo assim o conhecimento ainda era grande, se pensarmos no que alguns ainda acreditam ser possível fazer nos dias atuais.

A Bíblia contém muitas referências a poderes psíquicos, a magia, inclusive por parte de Moisés, que foi iniciado no Egito.
Quando Moisés jogou o cajado no chão em frente ao Faraó do Egito, e o cajado se transformou em serpente, ele não estava fazendo um mero truque, como os de David Copperfield. Moisés tinha poderes psíquicos muito desenvolvidos!
Havia disputa pelo poder dentro das organizações iniciáticas no Egito! E muita! Porque havia muito orgulho, muita vaidade, e muito desejo de poder!
Terminado o tempo do Egito, como havia terminado o tempo da Pérsia, em termos de ordens religiosas, o que sobrou?
Muito pouco!

As escolas iniciáticas posteriores detinham apenas uma pálida lembrança dos áureos tempos da magia ritual dos antigos sacerdotes do Egito e da Pérsia! Da Atlântida nada mais restara!
Reencarnei na Grécia no século IV a.C., junto a um filófoso, Epicuro, e aprendi muito com ele, sobre moralidade! Mas ainda assim me envolvi em política e disputei o poder com antigo companheiro do Egito!
Depois reencarnei em Roma, onde também disputei o poder com o mesmo espírito!
Então nasci em Israel, no tempo do mestre Galileu, a quem conheci, a quem ouvi, e me converti ao cristianismo, dando apenas início ao meu processo de regeneração, que duraria séculos.
Mais tarde, no século XVII, fui padre católico na Espanha, e ajudei a desvirtuar a igreja, fazendo sexo com freiras, mandando matar gente na Inquisição, etc.
Julgava estar servindo a Cristo, e de certo modo servi, mas também desvirtuei sua mensagem.
Foram muitas vidas ligadas a religião, em várias partes do planeta. Fui monge budista na China, fui yogue na Índia, fui místico muçulmano. Tudo depois de conhecer Jesus.
Algumas vidas voltadas para a meditação, para a interiorização, alternadas com vidas voltadas para a guerra, e para a busca do poder.
Nas últimas reencarnações estive longe de igrejas e centros iniciáticos, tendo sido escravo no Brasil, índio na América do Norte, advogado no Brasil, militar e guerreiro nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, e por fim juiz no Brasil, a atual.

Aquele mago negro que eu fui um dia está cada vez mais distante da minha realidade!
Um mago negro é um psicopata, para utilizar uma nomenclatura antiga e mais conhecida da psiquiatria e psicologia, ou um sociopata, ou ainda portador de síndrome de comportamento antisocial, denominação atual.
Encontramos magos negros hoje encarnados como empresários, como chefes de tráfico de drogas, como políticos influentes e ditadores, mas, na sua esmagadora maioria, estão eles desencarnados, e muitos deles estão há vários séculos sem reencarnar, agindo apenas no mundo espiritual, como um antigo companheiro do Egito, com quem travo contato há anos, através de médiuns de psicofonia e também quando saio do corpo durante o sono.
Fui um dia um mago negro, frio, incapaz de sentir empatia com a dor alheia, incapaz de sentir compaixão, perverso, sedento de poder a qualquer custo, orgulhoso e vaidoso, como todos são.
Depois que conheci Jesus, há 2.000 anos, comecei a mudar, e hoje não sou nem reflexo do homem poderoso que fui um dia.
Fora do corpo ainda tenho algum poder, mas no corpo sou apenas um homem comum!
Hoje choro ao assistir o filme A Paixão, de Mel Gibson, ao ver o sofrimento de Jesus, e isso me faz querer ser melhor, e também choro ao assistir ao filme Pedro, com Omar Charif.
Choro em muitos filmes tristes, como Nas Profundezas do Mar Sem Fim, tenho compaixão pela dor das pessoas, sou honesto, um homem de bem, e um homem do bem, que já recusou algumas vezes propostas de antigos companheiros, magos negros, para ficar rico e poderoso, mas mudando novamente de lado.
Poderia ser hoje um homem muito rico, e muito poderoso, se quisesse! Mas isso não é mais o meu foco de vida! Mudei!
Isso para mim hoje é impensável!

Sou hoje um servo do bem! Um soldado do “exército” do Cordeiro, como o pessoal das trevas chama Jesus.
Mesmo estando muito longe da perfeição, meu caminho não tem volta!
Não sinto mais nenhuma atração pelo caminho do mal, da dominação, da luta pelo poder, da luta contra aqueles que trazem luz para o mundo.
Meu caminho hoje é o caminho do bem, da luz, da paz e do amor!
Fui um mago negro!
Hoje, no entanto, sou um ex-mago negro em processo de permanente transformação e regeneração!
Sou ainda cobrado e perseguido por antigos companheiros, e assediado por eles sem piedade. Eles ainda esperam pacientemente que eu volte atrás na minha decisão.
No entanto, não tenho a menor pretensão de voltar atrás!
Estou bem, seguindo o caminho do amor ao próximo!
Desenvolvo um amor cada vez maior por Jesus, pelo próximo, e pelo bem, e busco ajudar aos outros a refletirem sobre muitas coisas na busca da espiritualidade.
Esse é hoje o caminho de um antigo e poderoso mago negro que renegou a sua classe e “se bandeou para o lado do Cordeiro”, como dizem eles!
Isso mostra que todos podem se regenerar!
Mesmo os mais temíveis magos negros um dia serão dóceis trabalhadores do cristo, velando pela paz do mundo, pelo bem, pelo amor, como hoje eu sou. Se isso não acontecer aqui na Terra, acabarão mudando em outro planeta, pois serão exilados da Terra.
Fui um mago negro!

Hoje, sou um fã incondicional de Jesus, e um incansável trabalhador da sua seara!
Temos que crescer, que mudar, que evoluir, para conquistarmos não mais o poder, como buscávamos no passado, mas para alcançar a paz, o amor e a felicidade!
O meu caminho hoje é o caminho do guerreiro pacífico!
Desejo apenas paz, luz, amor, e trabalhar para que todos tenham isso tudo também!

Muita Paz.
Salvador, 12 de julho de 2011.
Luiz Roberto Mattos

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