O MARAVILHOSO JESUS

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Não há nenhum homem mais lembrado na atualidade do que Jesus, o Cristo, como também o chamam.
Já se vão quase dois mil anos que ele morreu (32 d.C.), fisicamente, mas seu nome jamais desapareceu da história.
Hoje, em pleno século XXI, ele tem mais de um bilhão de seguidores em todo o mundo, e, se considerarmos também o mundo espiritual, esse número deve passar dos cinco bilhões de admiradores.
Fisicamente, a julgar pelos estudos do tecido conhecido como Santo Sudário de Turim, Jesus tinha cerca de 1,81 metros de altura, e há estudiosos que chegam a dar-lhe uma altura até de 1,85 metros.

A média de altura dos povos do Mediterrâneo no seu tempo estava entre 1,50 e 1,65 m.
Essa era a altura média dos gregos, dos egípcios, dos judeus, e também dos romanos.
Assim, um homem com 1,81 m de altura há dois mil anos era um homem muito alto, entre soldados de 1,60 m e 1,65 m, e mesmo de 1,70 m de altura, o que já era alto.
Um homem com 1,81 m não passava despercebido na multidão. Ele chamava atenção pela sua estatura.
Jesus era carpinteiro, trabalhador braçal, provavelmente desde menino, como aprendiz, afeito a tarefas de cerrar, levantar madeiras pesadas, carregar peso, etc., o que fez com que ele desenvolvesse uma musculatura rígida.

Era, portanto, um homem alto e forte, como o ator Thomas Jane, que fez o filme “O Vingador”.
Vi Jesus em quatro regressões de memória, ao longo de vários anos. Se o leitor não acredita em reencarnação, e, portanto, em regressão de memória, considere que tive visões de Jesus.
Em duas delas, pude ver a altura dele. Numa das regressões eu o vi chegando à casa onde eu estava, e parou na porta, dando então para perceber que sua cabeça quase encostava no alto da porta, que normalmente tem uma folga de vários centímetros acima da cabeça das pessoas, considerando-se as mais altas do povo. Isso me mostrou que ele era muito mais alto do que a média das pessoas da época, sobretudo os judeus, porque a casa era de um judeu.
Em outra regressão, eu o vi pregando no pátio de um templo, dando também para ver sua altura e musculatura, seus ombros muito largos.
Em outra, eu estava ao seu lado, bem perto, dentro de uma casa, e podia ver em detalhes a barba escura, o cabelo escuro, bem liso, de fios retos, a pele fina e de cor morena, mas clara, não excessivamente bronzeado, e seu nariz de tamanho médio, de traços finos.

O flme Ben-Hur, um clássico com o ator Charlton Heston, mostra uma cena em que soldados romanos estão levando prisioneiros, inclusive Ben-Hur, para as galés, e numa pequena aldeia de Israel eles param para que os prisioneiros bebam água de um poço.
Os soldados não deixam ninguém dar água a Ben-Hur, porque ele foi acusado de ter tentado matar uma autoridade romana, e derrubam a concha com água que uma pessoa ia dar a ele.
O soldado vira para outro lado, e então se aproxima do prisioneiro um homem, que se abaixa, pega água com uma concha e começa a dar a Ben-Hur, quando, de repente, o líder da guarda romana se vira e vê a cena. Ele automaticamente, vendo-se contrariado, e desobedecido, levanta o braço com o chicote na mão e se aproxima para bater no homem que estava dando água a Ben-Hur.

Porém, quando o romano está prestes a bater no homem, ele se levanta, e nesse momento a câmera está atrás do homem, sem mostrar o seu rosto, mas mostra o romano na frente do homem alto, com grande diferença de altura, e o romano olha nos olhos do homem e fica paralisado, e termina por abaixar a mão que segurava o chicote. Fica desconcertado, e sem reação, tanto diante da diferença de altura e porte físico do homem quanto, provavelmente, pelo poder magnético do olhar de Jesus.
Essa cena dá uma dimensão muito real, para mim, do tamanho e da compleição física de Jesus. Era alto e muito forte.
E o rosto?
Cabelos e barba escuros, pele fina, nariz de tamanho médio, e não adunco, como já mostraram em reconstituição computadorizada.
Seus olhos, segundo um espírito amigo, com quem trabalhei durante nove anos em reunião mediúnica, eram azuis.
Esse espírito amigo vivia falando nos “olhos azuis do mestre”.

Pensem em um homem moreno claro com 1,81 m ou mais de altura, forte, com barba de tamanho médio, cabelos compridos, repartido ao meio, caindo nos ombros, e olhos azuis.
Nenhum ator de cinema americano da atualidade, como George Clonney, Harrison Ford, Pierce Brosnan, Brad Pitt, Tom Cruise, Richard Gere, Robert Redford, Jude Law, Ashton Kutcher, ou os atores brasileiros de televisão e cinema como Fábio Assunção, Reynaldo Gianecchini, Carmo Dalla Vecchia, Marcelo Antony e Thiago Lacerda se comparam a Jesus em termos de beleza física como um todo, e não apenas em rosto.
Jesus, como um dos estudiosos do Santo Sudário escreveu, era o “protótipo do homem perfeito”, do ponto de vista físico, consideradas as proporções entre cada parte do corpo.
Por isso Jesus encantava as pessoas. Mas não era só por isso!
O olhar de Jesus, o sorriso suave, o magnetismo do seu olhar, a simpatia, o eterno bom humor, a sua boa vontade permanente para ajudar a todos, indistintamente, e muito mais, fazia dele um homem cativante.

Por onde passava, atraía a atenção das pessoas, tanto pelo porte físico quanto pelas atitudes.
Jesus era sempre amigo, e nunca deixava de ajudar a quem lhe procurava pedindo ajuda, não importando se homem, mulher, judeu, romano, ou samaritano.
Estava sempre disponível para todos!
Jesus, segundo os evangelhos, curou muita gente, e até multidões em um só dia.
Pregava nas ruas, nas sinagogas, e também nas casas dos ricos, que não se sentiam à vontade para ficar nas ruas ouvindo suas pregações.
Jesus não se importava! Ele até se oferecia para jantar nas casas dos ricos, para poder pregar também a eles, pois, como dizia ele, não veio para os que gozavam de perfeita saúde, física, mental e espiritual, mas veio para os doentes de todos os tipos.

Os sãos não precisam de médico, dizia Jesus!
Era um homem extraordinário! Com certeza era!
Se não posse de fato, o que levaria Mateus, por exemplo, um dos seus discípulos em melhores condições de vida, pois era um cobrador de impostos, como um auditor fiscal de hoje, que levava uma boa vida, a largar tudo e virar um sem-teto, sem ter onde dormir à noite, onde repousar a cabeça, expressão usada por Jesus, sem saber o que comeria no dia seguinte, ou o que vestir, não levando nada consigo nas permanentes e longas caminhas, a não ser um manto para se proteger das frias noites passadas muitas vezes ao relento?
Pedro tinha profissão, família, e largou tudo! Outros apóstolos também largaram família, e tudo o mais, para seguir aquele homem alto, forte, de olhar penetrante, convincente, amoroso, terno, amigo de todas as horas.

O que levaria esses homens simples a largarem suas vidas para seguirem Jesus, que nada lhes oferecia materialmente?
Os apóstolos corriam os mesmos perigos que Jesus, pois houve perseguição, e até tentativa de capturá-lo muitos antes de sua morte, o que levou Jesus a ir certa vez para a cidade de Tiro, fora de Israel, como relatam os evangelistas.
As pessoas se encantavam com a voz de Jesus, com sua beleza, com suas estórias, que sempre tinham uma lição para dar, um fundo moral, ético.
Quem teve a oportunidade de ver, ao menos uma vez, Jesus naquele tempo, como eu tive, e estar com ele, ouvi-lo, nunca mais foi o mesmo.
Mesmo não se tornando cristão imediatamente naquele momento, quem o ouviu guardou suas palavras, suas estórias, suas lições, e isso deu início a todo um processo de reflexão, de amadurecimento interior, espiritual, para séculos depois aparecerem os efeitos mais concretos. Foi o que aconteceu comigo!
Minha trajetória evolutiva na Terra pode ser dividida em duas partes: Antes de ver e ouvir Jesus há dois mil anos, e depois disso.
A oportunidade de estar com ele, de ouvir sua voz, de sentir a sua energia, nunca mais foi esquecida por mim!
Hoje posso dizer sem nenhuma vergonha, sem medo de ser mal intrepretado, e sem ser fanático religioso, mesmo por que não sigo nenhuma religião específica, que sou apaixonado por Jesus.
Ele me encanta! Ele mexe comigo! Ele me protege! Ele me inspira só coisas boas!

Isso nada tem a ver com sexualidade! Não existe atração física, sexual! Não sou gay!
É um encantamento de alma! Ele é um ser encantador!
Jesus é um espírito maravilhoso!
Sua aura é pura luz! Ele tem mais poder do que qualquer super herói de revistas em quadrinhos ou do cinema! Só que ele é real!
Jesus curava leprosos, cegos, surdos, aleijados, afastava espíritos que estavam dominando pessoas, o que se chama de obsessão, ou possessão, andou sobre a água (levitação), fez mortos se levantarem e voltarem à vida, materializou pães e peixes em grande quantidade para milhares de pessoas e fez tantas coisas maravilhosas que, segundo João escreveu em seu evangelho, se fossem escritas, encheriam tantos livros que o mundo não poderia contê-los.
Figura de expressão, é claro, mas que serve para mostrar que João quis deixar claro que Jesus fez muitas coisas maravilhosas, que são conhecidas como milagres, e que o que está descrito nos evangelhos é apenas a ponta do iceberg de suas obras. Apenas uma pequenina amostra do que ele fez!
Dois mil anos depois Jesus continua encantando, e despertando o lado bom das pessoas!

Ele continua nos chamando para a luz, para o crescimento espiritual, e nos conclama o tempo todo para o perdão das ofensas e para o amor ao próximo, as duas coisas mais importantes que ele nos ensinou e das quais deu incontáveis exemplos pessoais!
Como disse ele já na última noite na carne, quando da última ceia, “Se vós vos amardes como eu vos amei, todos saberão que são meus discípulos”.
Jesus foi o amor encarnado! E o maior exemplo de perdão ele deu nos últimos suspiros, no alto da cruz, no auge da agonia física, ao dizer “Pai, perdoai, eles não sabem o que fazem”.
Que lição de tolerância, de compreensão, e de amor ao próximo!
Quem deu lição igual na história da humanidade?
Por isso e tantas outras coisas considero Jesus um ser maravilhoso!
Espero ter conseguido passar para o leitor um pouquinho só da minha imensa admiração por Jesus!
Muita Paz.

Salvador, 15 de outubro de 2011.
Luiz Roberto Mattos

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