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Revista Crista de Espiritismo

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 ::   Relatos projetivos Luiz Roberto Mattos
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ANIMAIS DESENCARNADOS
Lendo por estes dias um texo de Wagner Borges sobre animais desencarnados, senti vontade também de escrever algo sobre minhas experiências com eles.

A primeira vez que tive contato com um animal no plano astral ocorreu em 1978, logo no início de meu desenvolvimento em projeção astral.

Fazia pouco tempo que começara a sair do corpo de forma consciente, e então um dia eu saí do corpo, mas não enxergava nada, estava tudo escuro no meu quarto, estando eu em cima da cama, e ouvia o latido forte de um cachorro, que certamente estava dentro do meu quarto.

Não vi o animal, apenas ouvia o seu latido, e por isso posso dizer que era um cão.

Não sei se ele estava ali para me atacar, para me assustar, ou se para me proteger de algum espírito ali presente, como já aconteceu depois com outros animais. Podia estar latindo para um intruso.

Lembro que fiquei em pé em cima da cama, no canto da parede, acuado e com muito medo. Tinha apenas 20 anos, e estava apenas começando minhas aventuras no astral, que eu mal conhecia.

Outra vez, no início dos anos 90, lembro que estava dormindo em minha cama, e no meio da noite me virei, provavelmente no corpo astral, e encostei em um animal que estava do lado de minha cama, bem encostado a ela, e então passei a mão em cima do animal, enquanto ele emitia um som típico de felinos como uma onça, e eu pude sentir claramente seu pelo liso, macio, mas curto, como de uma pantera ou onça, mas ele estava ali parado.

Não me assustei, porque ele não me ameaçava. Certamente estava ali para me proteger. O animal era bem forte.

Outra vez, mais recentemente, estava fora do corpo, em minha casa, sentado em uma cadeira em estilo inglês na sala, e havia um cachorro grande, mas bem mansinho, e ele fazia festa para mim, aproximando-se de mim, e eu acariciava a sua cabeça, seu focinho, sentindo claramente seu pelo, seu calor, como sinto ao tocar um cão nesta dimensão material.

Já vi aves muitas vezes no plano astral, bem como serpentes de vários tamanhos, inclusive como a anaconda do filme, mas sempre com olhar humano, dando a perceber nitidamente que são espíritos humanos em forma animal, não espíritos na fase animal.

Já vi e inclusive montei em lagartos grandes e mansos no mar, no plano astral, como já relatei em outro momento aqui neste site, e vi outros tipos de animais também.

Todavia, as experiências mais interessantes com animais foram aquelas em que mantive contato com meus animais de estimação já desencarnados.

Já encontrei algumas vezes dois gatos que tive, sendo uma gatinha malhada e um gato preto, siamês.

O gato preto era manhoso, dengoso, gostava de deitar de barriga para cima e gostava que eu coçasse sua barriga.

Uma vez eu o vi em meu apartamento atual, estando ele igualzinho a como era em vida física, e pude tocar seu pelo espesso e macio, sentindo também o calor do seu corpo, a sua “carne”, como sentia em vida.

Durante muito tempo acreditei naquela estória de alma grupo, descrita nos livros da Sociedade Teosófica, mas com o tempo fui vendo que a coisa não é bem assim. Fui percebendo que as individualidades dos animais também se conservam depois da morte física, e que eles podem ficar um tempo mais ou menos longo desencarnados, inclusive com seus antigos donos, e alguns até trabalham no plano astral, como acontece com freqüência com cavalos e cães, como podemos ler nas obras de André Luis, psicografadas por Chico Xavier.

Para quem gosta dos bichinhos, isso é realmente um consolo. Saber que também eles sobrevivem à morte, e que poderemos encontrá-los um dia.

Os animais são tão filhos de Deus como nós humanos, e eles evoluem também.

Se pudermos regredir a tempos muito distantes, muito remotos, como já tive oportunidade de fazer, poderemos nos sentir e nos ver como animais há milhões de anos atrás.

Viemos do Reino Animal, e ainda temos muitas coisas em comum com os animais, como os instintos e a gressividade, e eles um dia integrarão uma humanidade também, ainda que não seja neste planeta, que não mais comporta uma regressão da humanidade a uma maior animalidade.

Agora temos que seguir adiante, rumo à angelitude!

Todavia, não nos esqueçamos de nossa origem animal, e tratemos bem nossos irmãos menores, se possível até mesmo abdicando de nossos hábitos pré-históricos de matá-los e devorá-los assados, cozidos ou fritos, temperados, para não percebermos que são apenas cadáveres de seres mortos...

Na Índia, onde as pessoas não matam os animais, digo os indus de religião, que são a esmagadora maioria, os macacos andam soltos nas ruas, sem medo das pessoas; ficam soltos nos zoológicos; há esquilos nas praças correndo e passando por cima dos pés das pessoas. Tudo isso eu vi de perto em 1994, quando lá estive.

Amemos mais nossos irmãos, que dividem este planeta conosco, inclusive porque eles chegaram aqui antes de nós humanos.

Abraço e muita paz a todos.

Salvador, 06 de setembro de 2009

9/9/2009 10:28:42
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MARIA DO CAMO DE MIRANDA SOARES: EXCLARECEDOR, MUITO BOM, OTIMO, PARABENS

Mônica França : Conheci hoje seu trabalho através de um artigo publicado na revista espírita deste mês de fev/2011, intitulado " Contaminando o duplo etéreo". Parabéns pelo artigo, serve e muito para nos conscientizar-mos da grandeza destes animais que respondem sempre de forma amorosa e positiva, nos fortalecendo.

thrson: Obrigado pelo texto, me permitiu ampliar impressões sobre nossos amigos seres da fauna em outras dimensões

goretti Galvan: Agradeço a oportunidade de tão esclarecedora e agradável leitura. Um abraço.

Elizabeth Franco: Cheguei através da comunidade no Orkut, topico viagem astral, muito interessante, mas este sobre animais desencarnados, nossa... Teve uma época que precisei muito "deste texto", mas somente agora encontrei... mesmo assim, consegui muita ajuda num livro chamado Todos Animais Merecem o Céu ForteAbraço

Alexei Bueno: Realmente após ler os relatos do Luiz passei a encarar os animais de forma diferente.

sergio nogueira reis: Muito legal seu texto. Também acredito que estes animais já tem uma alma individualizada, apesar de rudimentar e não coletiva.

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