Pesquisar:


Tem este espaço virtual

como único objetivo

divulgar meus trabalhos,

esperando com isso estar

contribuindo para o

crescimento das pessoas,

para o despertar da

espiritualidade e o desejo

do estudo sério sobre as

coisas do espírito.

 

Preecha o formulário abaixo para receber informativos do site:

Nome:
E-Mail:
Sites parceiros:
IPPB

Revista Crista de Espiritismo

Santuário

 ::   Entrevista - A morte e atitudes diante dela

Voltar A MORTE E ATITUDES DIANTE DELA  
Alexei: Mesmo tendo a consciência da continuação da vida após a morte, devemos frequentar velórios de forma a cumprir com nosso “papel social”?
Luiz: Com certeza! A morte para a maioria das pessoas ainda é um ato de perda, e um momento doloroso. Ir a velório e sepultamento de alguém conhecido, ou parente próximo de um amigo, é levar consolo e amparo psicológico e emocional a pessoas em um momento de dor e fraqueza. Não podemos nos eximir disso apenas porque somos espiritualistas e não vemos a morte como uma perda. Além disso, é preciso respeitar as crenças e as limitações das pessoas, pois isso é tolerância, e é caridade!
 
Alexei: Representa algum problema ao espírito recém desencarnado a questão de doação de órgãos?

Luiz: Já se apresentou muito no passado, hás uns vinte e cinco a trinta anos atrás, fotografias kirlian de folhas de árvores depois de lhe cortarem um pedaço, e elas mostravam que a parte energética continuava intacta, o que mostra que quando se corta um pedaço da folha, não se está cortando também a parte energética, que é o duplo etérico da árvore, ou seu corpo astral, que continuam inteiros.

Da mesma forma, quando se retira um órgão de uma pessoa, do seu corpo físico, antes ou depois da morte, pois há doadores vivos de pulmão e rins, por exemplo, não é retirada a contraparte energética do órgão respectivo, ou seja, o seu duplo etérico, nem o respectivo órgão do corpo astral da pessoa, que continuam intactos. Assim, quem doou órgãos do corpo físico estará inteiro no mundo espiritual.

Ademais, os órgãos do corpo espiritual não dependem da existência dos órgãos do corpo físico para funcionar. Se não fosse assim, todos os que tivessem retirados do corpo físico o coração depois da morte morreriam também como espíritos, o que é até um absurdo de se pensar.

 
Alexei: Por qual motivo o ser humano teme com tanta intensidade a morte?

Luiz: Penso que o medo da morte é um misto de medo do desconhecido, ou seja, por ignorância do que acontecerá após a morte, e ainda apego às pessoas, sobretudo pais, filhos, irmãos, esposo(a), aos bens materiais, e também pela segurança que sentimos junto ao que conhecemos.

Deixar a nossa casa, a nossa família, o nosso mundo conhecido, as nossas coisas, para seguir para um mundo desconhecido dá insegurança e medo a muita gente! E quanto mais ignorante sobre a vida no mundo espiritual, mais temor a pessoa sente! Precisamos ler muitos livros que descrevem o mundo no qual viveremos, como as obras de André Luis, psicografadas por Chico Xavier, e tantas outras.

Escrevi recentemente um livro com essa finalidade, que se chama O MUNDO ESPIRITUAL: DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS, que está disponível para baixar gratuitamente no meu site, e penso dar uma pequena contribuição para o conhecimento do mundo onde viveremos em breve, e de onde viemos.

 
Alexei: O processo de “morrer” é sempre doloroso?

Luiz: Se você se refere ao momento da morte, morte física mesmo, nem sempre é doloroso. Há mortes dolorosas, que duram anos ou meses, por meio de um câncer, por exemplo, em que a pessoa pode sentir muita dor, se não estiver muito bem medicada contra a dor. Há processos de morte que duram semanas, com muita ou pouca dor também.

E há mortes instantâneas, por meio de um acidente ou um tiro na cabeça, por exemplo, em que a pessoa muitas vezes não sente dor alguma, tal a dimensão do dano no cérebro, que impede até mesmo a sensação de dor. Não dá tempo nem de sentir dor. Há gente que tem um infarto fulminante e em poucos segundos nada mais sente. E há ainda aqueles que morrem dormindo, como um passarinho, maneira de dizer, e que nada sentem também. Simplesmente dormem e não acordam mais para este mundo, mas continuam vivos no outro mundo, o espiritual.

 
Alexei: O que ocorre, espiritualmente falando, com a pessoa que morre dormindo?

Luiz: Se for uma morte natural, como, por exemplo, uma parada cardíaca em um idoso, acredito que ele não sente dor, pois seus mentores e técnicos da desencarnação já o prepararam antecipadamente, procedendo ao desligamento gradativo do corpo espiritual. O espírito está na outra dimensão, pois saiu do corpo físico no momento do sono, e simplesmente não volta mais ao corpo de carne após ser completada a “operação de desencarne”. Essa, para mim, é a melhor forma de morrer. Gostaria de morrer assim... . 

 
Alexei: Por qual motivo, segundo relatos de pessoas que passaram por experiências de quase-morte, há um retrospecto de toda sua vida até aquele momento?

Luiz: Como essas pessoas não estavam destinadas a morrer, ou seja, a não voltar mais para o corpo físico, seus mentores e guias espirituais procuram lhe mostrar a sua vida até aquele momento, em perspectiva, como um filme em curta metragem, para lhe dar a exata dimensão de como anda a sua vida, do que tem feito até aquele momento, a fim de que a pessoa faça mudanças, alterações e ajustes de vida para melhorar ainda mais. É um momento importante, e que deve ser bem aproveitado!

A chamada quase-morte, na verdade, é uma projeção astral também, um desdobramento, mas decorrente de um acidente ou cirurgia, normalmente, e apenas isso diferencia a experiência de qualquer outra projeção astral. A experiência serve para revisão e redirecionamento de vida, como aconteceu de fato com o homem que é mostrado no filme “Salvo Pela Luz”.

 
Alexei: Quais as consequências espirituais que podem ocorrer após a morte para a pessoa que praticou suicídio? Como podemos auxiliá-la?

Luiz: Normalmente as consequências são trágicas! Mas isso não decorre de nenhuma condenação divina! Quem chega a tirar a própria vida, na maioria das vezes está muito desequilibrado, psíquica e emocionalmente, sem esperanças, e está desejando “terminar” a vida e a consciência, acabar com tudo. Dessa forma, sua mente em desequilíbrio a levará naturalmente, na maioria das vezes, a zonas escuras, e muitas vezes a locais onde já se concentram outros suicidas, que se atraem sem querer, inconscientemente, por mera afinidade de pensamento e emoções.

O suicida não é levado a esses lugares! Ele vai sozinho, sendo atraído como por um ímã, devido ao seu estado interior. Podem ficar em lugares assim por muitos anos, até serem resgatados, mas o tempo é relativo, e depende muito de vários fatores. Um suicida por ser logo levado para um hospital no mundo espiritual, como aconteceu com um conhecido meu. Cada caso é um caso. Não podemos generalizar! Há motivações diferentes para o suicídio, há influência espiritual, a obsessão, em alguns casos, que atenuam a situação após a morte. Há o histórico de vida da pessoa, que pode ter sido muito caridosa, por exemplo, mas em determinado momento de vida não suportou o sofrimento e em desespero tirou a própria vida.

O passado dessa pessoa não pode ser apagado por um gesto impensado em momento de desequilíbrio! Deus não quer ninguém no “inferno”, nem mesmo os suicidas! Devemos tentar ajudar aqueles que sentimos que estão pensando em suicídio. Ajuda material, moral, emocional, dar o ombro para chorar, ouvir, apoiar, orientar, fazer tudo para demover a pessoa da ideia do suicídio, pois ele não resolve nada, apenas cria novos e piores problemas depois da morte. O suicídio é uma porta falsa de escape dos problemas, e na verdade um “portal” para dores maiores. Além disso tudo, em futura encarnação o novo corpo pode ter dificuldades e limitações decorrentes do suicídio praticado, como deformidades físicas, defeitos em órgãos, etc., pois tudo o que se faz ao corpo físico atual ficará registrado no corpo espiritual, e depois passará para o novo corpo de carne, para novos aprendizados.

 

Alexei: É possível pressentirmos o momento de nossa morte?

Luiz: Sim, é possível. E é possível pressentirmos também a morte de outras pessoas, sobretudo muito ligadas a nós. Isso decorre de uma sensibilidade muito grande, como os médiuns têm. Há realmente videntes com grande capacidade de visualizar o futuro com antecedência. Já conheci alguns muito bons nesse sentido! Esse pressentimento pode vir por meio de sonho. Já sonhei com mortes, inclusive a de meu pai, quatro anos antes de acontecer. Já vi, em sonho, velório de parente que ainda não desencarnou.

Algumas pessoas conseguem pressentir esse momento por terem sido avisadas de sua partida enquanto estavam fora do corpo, mas isso depende de certa maturidade espiritual. Poucos estão preparados para receber essa notícia, da própria morte, e não entrar em pânico! Isso porque a perspectiva da maioria das pessoas ainda é de fato materialista, ou seja, a maioria ainda vive para o mundo material, e o mundo espiritual é uma realidade distante, quando isso deveria mudar, pois o mundo espiritual é que é o mundo original, de onde viemos e para onde vamos. Mesmo os espiritualistas vivem na prática como se materialistas fossem, o que é uma incoerência!

 
Alexei: Com relação à cremação, é possível a pessoa recém desencarnada sentir os efeitos do fogo no seu corpo físico que deixou?

Luiz: Uma vez inteiramente desligado o corpo espiritual do corpo físico, nada mais do que se faça ao corpo físico implicará em qualquer tipo ou grau de sensação no corpo espiritual, como a dor, por exemplo. Assim, se a pessoa morreu mesmo, e vai ser cremada, nada mais sentirá quando o fogo consumir o corpo físico. Porém, se a morte não se consumou plenamente, mas é apenas aparente, o espírito poderá sentir o corpo queimando. Mas hoje, com os avançados recursos da ciência, as mortes certificadas em hospitais não deixam margem a dúvidas.

Com isso, a cremação nada representará para o espírito, a não ser um sofrimento psíquico se ele insistir em ficar perto do corpo, por apego excessivo a ele, acompanhando a cremação, pois aí ele terá a ilusão de que está sendo queimado, mas não é uma dor real, pois o espírito já está desligado do corpo. Exceção a isso é o caso de apego extremo ao corpo, quando então o duplo etérico fica tão fortemente ligado ao corpo físico, e também ao corpo espiritual, que pode transmitir algumas sensações da matéria para o espírito.

É assim que alguns espíritos relatam estar em cemitérios junto ao corpo sepultado assistindo e sentindo os vermes devorando o corpo de carne. São situações extremas de apego excessivo ao corpo, e isso ainda depende também da vida que se levou, pois isso implicará em apoio maior no momento e também após o desencarne.

 
Alexei: É comum a pessoa após desencarnar assistir a seu próprio funeral?

Luiz: Pelos relatos que já ouvi até hoje em reuniões mediúnicas, é de certo modo comum pessoas assistirem seu funeral, estando algumas inclusive deitadas dentro do caixão, e ouvindo tudo o que falam sobre elas. Algumas são desligadas durante o velório, algumas ainda no hospital, ou em casa, ou no necrotério, quando a morte é violenta, por meio de acidentes ou crimes.

Tudo isso depende só da pessoa que morre. Quem não tem medo da morte, e leva uma vida digna, sem fazer o mau a ninguém, sempre tem apoio e suporte para o devido desligamento do corpo físico antes do sepultamento, na maioria das vezes no hospital, onde há sempre equipes espirituais especializadas em desencarne. Há aqueles que querem assistir ao seu enterro, mas com muita tranquilidade, para dar apoio aos que ficaram. Não é por apego ao corpo! Mas esses são raros entre nós!

 
Alexei: Qual deveria ser nossa atitude ideal diante da questão da morte?

Luiz: Bom, a pergunta dá margem a duas respostas, mas que estão interligadas. Uma diz respeito à atitude diante de nossa própria morte, e a outra está relacionada com a morte de outras pessoas. Penso que devemos ler e refletir sobre a morte para nos acostumarmos com a ideia, pois a morte é certa, só não sabemos quando acontecerá. Ouvir palestras, fazer projeção astral, tudo isso também ajuda. Mas precisamos mesmo é mudar a nossa consciência e a nossa maneira de encarar a morte. Ela não é o fim da vida! É apenas o começo de outra vida, só um pouco diferente desta! Devemos estar preparados para partir a qualquer momento! A morte não dá aviso prévio, salvo em raras situações.

Devemos ter uma atitude positiva diante da morte, acreditando que estaremos apenas retornando ao mundo de origem, e aqueles entes queridos que partem também estão voltando para casa, e nos encontraremos em breve em outro país, o mundo espiritual, que fica ali pertinho. Morrer é como viajar a outro país para morar lá! Em breve pegaremos o mesmo avião e também nos mudaremos definitivamente para lá! Morrer e nascer, reencarnar e desencarnar faz parte da via de mão dupla que leva e traz espíritos de uma dimensão para outra, sem que ninguém morra de fato. Precisamos pensar que há um fluxo, um tráfego permanente entre os dois mundos. Essa, para mim, é a atitude ideal, e que diminui muito o medo da morte.

 
Alexei: Qual influência terá para o desencarnado as lamentações dos que aqui ficaram?

Luiz: Perturbação! Imagine alguém que já parte para outro mundo com medo, despreparado, e ainda fica ouvindo ou sentindo as vibrações de desespero e lamentação dos entes queridos que aqui ficaram. As duas perturbações se somam! Precisamos aprender a sentir saudade de uma forma mais positiva, lembrando apenas das coisas boas, dos bons momentos, e sempre sorrindo, e mandando bons pensamentos, de forma equilibrada, para auxiliar aquele que partiu para o mundo espiritual.

Ficar se lamentando pela ausência somente aumenta o sofrimento psíquico e emocional do desencarnado. Orar por ele! Jamais se lamentar pela sua partida! O desencarnado precisa de bons pensamentos e boas vibrações, e os lamentos carregam uma vibração pesada, que faz o desencarnado sofrer.

 
Alexei: Qual a sua opinião a respeito do luto?
Luiz: O luto, seja aquele demonstrado nas roupas, seja pela falta de vontade de sair por um tempo, de fazer tudo o que fazia antes, deve ser sempre respeitado. Cada um tem um tempo diferente para processar a sua dor decorrente da partida de um ente querido! Não devemos nunca querer apressar o luto dos outros! Respeito! Tudo a seu tempo! O luto é a falta que sentimos do outro! É a saudade! E isso nos afeta muitas vezes de modo que levamos um tempo sem vontade de fazer tudo que costumávamos fazer. Mas todo luto um dia termina! Porém, a hora de acabar o luto ninguém pode dizer ao outro!
 
Alexei: Como poderemos ser úteis às pessoas que se encontram em período de transição para a morte, muitas vezes ligadas ainda a aparelhos no hospital?
Luiz: Se a pessoa acredita na vida após a morte, e está consciente, ler junto a ela e conversar sobre as coisas boas que existem no mundo espiritual, para que a pessoa se acostume com a ideia e vá se preparando. Se a pessoa está inconsciente, em coma, por exemplo, na verdade o espírito pode estar consciente fora do corpo, inclusive sendo preparada para o desencarne. Orar também ajuda sempre! Pedir ajuda a bons espíritos para que auxiliem na conscientização do ser que está prestes a voltar para casa.
 
Alexei: Devemos nos preparar para a morte ou evitar pensar nela?

Luiz: Para mim, é muito melhor se preparar, já que a morte é inevitável! Evitar pensar na morte em nada vai ajudar, mesmo porque ela chegará um dia, e poderá nos pegar totalmente desprevenidos. Mas se preparar para a morte implica em levar uma vida equilibrada, trabalhando, estudando, aprendendo coisas boas, porém sabendo que tudo aqui é temporário, que nosso tempo neste mundo material é provisório, e que ele não é o mundo definitivo, não é a nossa verdadeira casa. Aproveitar a vida não é destruir o corpo para ter prazer de qualquer forma!

Aproveitar a vida é aprender todas as lições que a vida pode nos dar! Quem tiver uma boa vida, não no sentido negativo, nada tem a temer quanto à morte, nem quanto à vida futura no mundo original, nossa casa verdadeira. Não precisamos ficar pensando na morte para nos preparar para ela! Mas precisamos estar sempre lendo livros e assistindo palestras sobre o mundo espiritual, até acreditarmos piamente que ele é real!

Alexei: Como superar a morte de um ente amado?
Luiz: Para isso não há fórmula! Só o tempo vai amenizar a dor da “perda”! Na verdade a “perda” é apenas um afastamento temporário entre seres que se amam! Em breve se encontrarão novamente! E é possível encontrar a pessoa que desencarnou ao sairmos do corpo durante a noite, e lembrarmos desse encontro ao acordarmos. Muitos sonhos com parentes e amigos que morreram são lembranças reais do encontro com eles no mundo espiritual durante a noite, pois enquanto o corpo dorme o espírito sai dele e vai procurar seus parentes e amigos na outra dimensão, como já fiz tantas vezes. Isso dá um grande consolo, e ajuda a amenizar a saudade! O resto é com o tempo...
Alexei: Seremos auxiliados no momento de nosso desencarne por meio de nosso guia espiritual?

Luiz: O tipo de auxílio que receberemos no momento do desencarne depende muito de quem somos nós, e do que fazemos em vida. Cada um tem um mentor, protetor, amparador ou guia que merece! Há níveis evolutivos diferentes entre os guias espirituais! Há espíritos perversos, terroristas ou assassinos frios que ficam entregues à própria sorte após a morte por longo tempo.

Alguns são aprisionados por organizações das trevas e levados para cativeiro nas zonas inferiores, onde chegam a ficar séculos, e alguns até milênios, como vemos no livro O Abismo, de Rannieri. Mas os que não fazem mal aos outros, e sobretudo os que fazem muito bem ao próximo, sempre são muito bem amparados, auxiliados, assistidos e encaminhados para cidades no mundo espiritual, para tratamento e repouso e depois para estudo e trabalho, e para nova vida.

Alexei: Qual seria um provável motivo espiritual para uma criança que nasce morta?

Luiz: Em 1988 minha primeira filha nasceu prematura, com cinco meses apenas de gestação, e viveu 38 dias na incubadora. O médico somente deu esperanças após 30 dias de vida, pois ela era muito frágil, e seu pulmão e cérebro ainda estavam em formação. Quando o médico deu por fim esperanças, começaram a tirar o capacete de oxigênio gradativamente, e durante uma noite ela faleceu.

Meses depois, fui a uma médium de confiança, que incorporava um espírito de confiança, e dela ouvi que minha filha em outra vida ajudava a “fazer anjinhos”, ou seja, a fazer abortos, sendo enfermeira, e com isso tirava a esperança dos espíritos que eram abortados, e por isso precisou passar por aquela experiência, tendo ficado 38 dias na incubadora, tendo alimentado a esperança de vida, mas no fim teve a vida terminada, para resgate de seus débitos passados, e aprendizado evolutivo.

Creio que quando uma criança vem à luz sem vida a situação seja mais ou menos semelhante, havendo necessidade de interromper a vida, só que um pouco mais para frente, até quase o fim da gestação. Não há injustiça no universo! A Lei de Causa e Efeito regula tudo, ajustando os efeitos às suas causas! Toda vida interrompida indica que a pessoa um dia interrompeu vidas!

Alexei: Uma criança que desencarna continua a crescer no plano espiritual?

Luiz: O corpo espiritual não cresce como o corpo físico! Mas os espíritos podem mudar de forma, pela vontade, pela força do pensamento, pois o corpo espiritual é feito de matéria muito mais flexível e maleável do que aquela que compõe o corpo físico. Dessa forma, um espírito mais elevado pode, pouco tempo após o seu desencarne, assumir uma forma adulta de outra vida passada.

Mas os espíritos sem muita evolução, por condicionamento mental, permanecem na forma infantil por algum tempo, podendo chegar a alguns anos como criança, mas isso não quer dizer necessariamente que o espírito mantenha a mente infantil, apesar da forma de criança. Já conheci espírito bem antigo, um capelino, que se apresentava como criança, falando em voz de criança, mas com o conhecimento e a sabedoria de um adulto raro.

Um espírito razoavelmente evoluído pode assumir a forma que quiser! Há pouco tempo encontrei no mundo espiritual, estando eu projetado, um espírito que desencarnou com 17 anos, estando em forma de criança de cinco anos mais ou menos, ao lado de seu pai, que tinha desencarnado há pouco tempo. Ele assumiu a forma de criança apenas para a alegria de seu pai!

Alexei: Como podemos auxiliar aos que partiram?
Luiz: Lembrando apenas das coisas boas que fizeram em vida, orando por eles, pedindo a Deus por eles, e tentando levar a vida da melhor maneira possível, para que o desencarnado não tenha preocupações com aqueles entes queridos que ficaram. Quando nossos pais, por exemplo, sabem que estamos bem aqui na Terra, eles ficam muito mais tranquilos, e podem levar uma vida melhor, e seguir o seu caminho evolutivo. Se eles percebem que não estamos bem, então ficam ansiosos, tristes, e passam a se preocupar conosco, e isso atrapalha a sua vida. Fiquemos bem, e os que partiram terão menos motivos para tristeza e preocupação.
Voltar    
Programação e Design por Alexei Bueno - Visitas: 422019

FECHAR

Criação da Loja Virtual e venda dos livros

Amigos, durante mais de nove anos mantive todos os meus livros disponíveis para download gratuito e uso em qualquer site.

Decidi recentemente iniciar a produção dos livros que nunca foram publicados impressos. Isso implica em custo com capa, diagramação, revisão e impressão.

Dessa forma, e por esse motivo, resolvi criar uma loja virtual aqui no site para a venda dos livros, inicialmente em formato e-book, e depois um a um impresso.

Não posso custear a edição física de todos os livros sem a venda dos e-books.

Já estão à venda meus livros eletrônicos (e-book), com preço razoável, para custear a edição física dos livros.

Em breve lançarei, impresso, o livro "O ALÉM - DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS". E farei lançamentos com palestras.

Em seguida virão os outros.

O pagamento das compras será feito através do Pague Seguro, que aceita qualquer cartão de crédito ou débito!

Muita paz!

Luiz Roberto Mattos

Clique aqui para entrar na Loja: www.mestresanakhan.com.br/loja