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Revista Crista de Espiritismo

Santuário

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INDO AO CINEMA NO MUNDO ESPIRITUAL

Fui dormir quase duas horas da manhã de hoje.

Na primeira fase do sono, saí do corpo e fiz coisas que pouco lembro, e ao acordar por volta de cinco horas, e levantar para ver se meu filho mais velho estava em casa, interrompi o sono e voltei a dormir, e por isso não recordo mais do que fiz na primeira etapa do sono.

Voltei então a dormir.

Na segunda etapa, lembro já de estar em um lugar que se parecia em tudo com um shopping center moderno, com um irmão e meu filho caçula.

Não me lembro do momento em que entramos em um cinema.

Lembro já de estar vivendo uma estória longa, tendo a sensação de que ela durou muito tempo, como um filme longa metragem, com cerca de duas horas ou mais de duração.

Como não me lembrava de ter entrado no cinema, aquilo tudo parecia ser muito real para mim.

De repente estávamos os três fora do cinema, perto de uma parede de vidro transparente que dava para o exterior daquele ambiente imenso e bonito.

Olhávamos para fora, tendo uma vista bela, vendo o mar ao longe, e conversávamos sobre o filme.

Lembrávamos que já no final do filme veio a grande surpresa.

Era um flme longo, de ação com aventura, e no final tudo voltava ao seu início, estando dois amigos numa quadra de tênis, ao que me recordo, um a certa distância do outro, olhando um nos olhos do outro, e as cenas de repente sumiram, e pareciam entrar onde saíram, nos olhos dos dois amigos.

Para melhor entendimento, lembro o filme “O Advogado do Diabo”, em que todo o filme se desenrola e só no final percebemos que tudo se passou apenas na imaginação do advogado em um instante em que ele estava lavando o rosto no sanitário do fórum. Apenas ilusão, imaginação.

Na minha experiência, houve um longo “sonho”, como me parecia a princípio, e então saí do cinema e minha percepção já não era de ilusão, em relação ao estado de lucidez física.

Ao sair do cinema, depois de longa recordação de uma estória, sabia que estava em um cinema, desperto, lúcido, mas não no corpo físico, e em seguida veio a percepção de que tudo era um filme, um longo filme, que terminou com a clara sensação de surpresa quando descobrimos que tudo o que acontecera no filme que acabáramos de assistir era apenas uma espécie de ilusão dos personagens do filme.

Não era uma ilusão nossa! A princípio eu tinha a sensação de que era uma ilusão nossa realmente! Depois essa sensação desapareceu!

Somente quando já estava fora do cinema me lembro de ter comentado com meu irmão e meu filho que tudo aquilo que víramos foi apenas uma espécie de ilusão ou imaginação dos personagens, como no filme “O Advogado do Diabo”.

Comentamos o filme por um tempo. Depois, meu filho quis ir ao sanitário, e então andamos pelo shopping, ou o que me pareceu ser um.

Ele entrou em um sanitário, e nós ficamos do lado de fora conversando.

Não demorou e ele saiu, e falou algo que não consigo lembrar, e fomos procurar outro sanitário.

Não lembro mais nada.

Ao todo, minha recordação pareceu abarcar mais de duas horas, ou três, dentro de minha percepção de tempo terrestre, tomando por base o tempo de duração do filme, e ainda o tempo de conversação antes e depois do filme.

Em minha memória, só me dei conta de que a maior parte da estória era filme depois que ele acabou e saímos da sala de projeção.

Só então foi que realmente me dei conta de que estava vendo um filme. Antes estava achando que estava vivendo uma estória real fora do corpo. Digo isso em relação à estória que acompanhava no filme. Essa era, no entanto, minha percepção naquele momento, mas o que ficou registrado em meu cérebro ao acordar foi que a ilusão era realmente dos personagens do filme, não minha.

De fato estava vivendo uma experiência fora do corpo, mas em parte a estória era apenas um filme que eu estava assistindo no mundo espiritual, no Plano Astral.

Em meus mais de trinta anos de experiência fora do corpo, nunca tivera antes uma experiência como essa!

Foi única, e diferente de todas as demais experiências anteriores.

O grau de lucidez, a sensação de realidade, a visão clara, som e tudo o mais me faziam crer estar vivendo tudo aquilo como real. Durante um tempo, o filme parecia ser real para mim.

Enquanto assistia ao filme, pensava que tudo aquilo era real, e somente depois que saí da sala de projeção foi que me dei conta de que tudo era apenas um filme, não um sonho criado pela mente, mas um filme mesmo, igual aos que assistimos na Terra, e percebi que o filme nos enganara até o seu final, como em “O Advogado do Diabo” e “O Sexto Sentido”.

Ao sair do cinema no Plano Astral, me dei conta de que estava vendo um filme, e o analisei como faço no Plano Físico. E ainda caminhei dentro daquela estrutura cheia de gente, olhei para o exterior através de um janelão de vidro, e sabia que aquilo não era o mundo físico.

Foi realmente uma experiência fantástica!

Nas cidades avançadas do mundo espiritual existem de fato estruturas como nossos shoppings, cinemas, lanchonetes, etc, onde as pessoas se reúnem para conversar, e onde passeiam. A vida lá é muito parecida com a que levamos aqui.

Algumas pessoas falam de sonhos dentro de sonhos, como no filme “A Origem”.

O que eu vivi foi um filme de verdade dentro de um “sonho”, que na verdade era uma longa experiência fora do corpo. E pude analisar o filme dentro do “sonho”, ou seja, enquanto estava lá, fora do corpo, e com bastante lucidez.

Maravilhosa experiência! Espero ter outras assim!

Abraço e muita paz a todos.

Salvador, 10 de outubro de 2010.

Luiz Roberto Mattos

10/10/2010 07:59:16
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Benilton S. Macedo: Esta estória é realmente fantástica. Como a literatura espírita informa que existem comunidades no mundo espiritual, que são denominadas "Colonias Espirituais", é natural que haja também cinema. Acho interessante como consegue lembrar do sonho com tantos detalhes. Eu não consigo.

Zanelli: Eu já li pela rede afora, inúmeras narrativas de viagem astral e esperiencias fora do corpo; no entanto, isso realmente parece com filme “A Origem”. Mas não quero ser repetitivo com o narrador, mas dizer que,sempre quando estou dormitando, tenho a sensação de estar em outro lugar, vivendo e ralando

Alberto Jorge: Beto, eu tenho facilidade de separar sonhos criados pelo subconsciente de recordações de regreções de memórias de vidas passadas, mas não consigo identificar experiências fora do corpo, exceto as ocorridas dentro de minha casa. Por quê? É apenas decorrência de alimentação inadequada e má vibração?

   
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