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UM ENCONTRO COM GEORGE HARRISON

Acordei por volta de 5:00 horas da manhã hoje, há menos de uma hora atrás, após uma longa e fantástica experiência de projeção astral.

Foi uma das mais longas experiências de recordação integral de onde estive e o que fiz, com os diálogos integralmente preservados, etc.

Detalhes do lugar, da casa, das pessoas, com seus detalhes físicos, etc.

Ontem à noite quando fui dormir não estava pensando nos Beatles, nem em George Harrison. Não estava, portanto, sugestionado quando fui me deitar, o que fiz cedo, às 21:30 horas, por estar com muito sono.

Não fazia ideia da experiência maravilhosa que viria a ter!

Lembro que pela manhã cedo, indo para o trabalho, ouvi algumas músicas dos Beatles, que tenho no carro em CD com MP3, tendo ouvido apenas uma música cantada por Harrison. Lembro que curti alguns solos de guitarra dele, e levei um tempo pensando e lembrando que o considero o melhor guitarrista que já existiu, em beleza dos solos, pois ele fazia a guitarra “chorar”, como na música dos Beatles While My Guitar Gently Weeps. Em rapidez e variação de sons, considero Jim Page, do Led Zeppelin.

Levei um tempo pensando nisso de manhã cedo, e depois esqueci totalmente ao longo do dia!

De noite nem lembrava mais que pela manhã havia ouvido a guitarra de George e que havia pensando nele.

O interessante é que fui ao seu encontro de madrugada, e levei minha esposa e meu filho caçula. Eles nem são fãs de George Harrison e dos Beatles como eu.

Fomos os três a uma cidade espiritual, provavelmente na Inglaterra, pois parecia ser a casa dos pais dele, ou pelo menos da mãe de George Harrison, no mundo espiritual, e eles eram ingleses, de Liverpool, uma cidade portuária da Inglaterra.

Não vou relatar todo o encontro, pois durou horas, e daria um livro sobre os detalhes.

Ao chegarmos, na entrada da casa, com jardim gramado, muro baixo, portão, garagem para carro, fomos recebidos pela mãe de George, por ele e por outras pessoas que não sei quem são são, talvez parentes deles, igualmente desencarnados, ou projetados como eu.

A recepção foi muito simpática. Talvez por isso eu tenha levado esposa e filho, para não parecer apenas um fã querendo ver o seu ídolo, o que talvez a mãe dele não deixasse.

Senti ao longo da visita que Harrison não lida bem com o passado dos Beatles, e que de certo modo procura fugir disso, e nem falar sobre esse passado. E acho que tentei ajudá-lo a desfazer um certo trauma que ele tem em relação ao tempo dos Beatles.

Será que alguém me incutiu a ideia de ir visitá-lo para ajudá-lo, para elevar a sua autoestima, com a minha tese sobre quem levou os Beatles à fama inicialmente?

Após sermos recebidos na entrada da casa, fomos todos nos sentar numa varanda, onde havia várias cadeiras individuais. Não havia sofás.

Nos sentamos, e a conversa começou a fluir.

Não fui direto para uma conversa sobre música e os Beatles. Fui pelas beiradas, como fazem os mineiros, até chegar sutilmente no ponto que eu queria.

Depois de um tempo de conversa, com muito jeito falei de música, falei dos Beatles, e da ida de Harrison para a Índia.

Nesse momento inicial George tinha aparência jovem, talvez de uns vinte e cinco anos, cabelos longos, mas estava sem barba, o que ele usava em idade mais avançada, e quando desencarnou, aos 59 anos.

Inicialmente eu não estava sentado junto dele, mas de frente, a uma certa distância, e após conseguir conquistar a simpatia e a confiança da família, e também dele, mudei de cadeira, e me sentei ao seu lado.

Aí, nesse momento, ao seu lado, falei sobre a ida dele à Índia com os Beatles.

Ele me peguntou se eu sentia simpatia por ele no tempo dos Beatles, e por quê.

Percebi que Harrison nunca lidou bem com o fato de ser a figura menos conhecida dos Beatles, a mais “apagada” dos quatro, por ser ele muito jovem no início, e muito tímido, e também por cantar pouco, como vocalista principal, e por saírem poucas músicas dele nos discos dos Beatles, fato que alguns biógrafos da banda considera o fator principal que o levou a ser o primeiro a querer sair da banda.

Havia um acordo entre Lennon e McCartney para que eles assinassem conjuntamente as composições individuais deles, e uma ou no máximo duas músicas de Harrison eram incluídas em cada disco, o que o desagradava muito, e o deixava insatisfeito e infeliz, e até hoje ele ainda sofre com isso, tantos anos depois.

Senti que Harrison vive meio isolado, sem querer contato com o passado, e talvez até mesmo fugindo um pouco dele. Mas de certo modo consegui quebrar essa barreira do tempo.

Quando ele me perguntou por que eu simpatizava com ele, disse-lhe que em 1978 eu estava muito voltado para a Índia, querendo ir para lá, e que gostava de yoga, e da cultura indiana, mas que ao mesmo tempo eu era fã dos Beatles desde criança, e que na época em que comecei a desenvolver a projeção astral, em 1978, somente ouvia as músicas suaves dos Beatles, por causa da vibração agitada que o rock mais barulhento provocava, e que eu achava que prejudicava a projeção.

Com isso, disse eu a ele, passei a ouvir mais as canções dele, como Something, While My Guitar Gently Weeps e outras, e me fixei mais nele, e na imagem que ele tinha na capa do disco Abbey Road, todo de jeans azul, e parecendo Jesus Cristo, com as longas barbas e longos cabelos negros. Os outros três estavam de terno. Harrison era o mais simples deles!

Harrison foi o mais espiritualizado dos Beatles, tendo fundado um tempo Hare Krishna.

Foi uma conversa muito longa.

Depois de um tempo, fomos para os fundos da casa, um quintal simples, com uma espécie de quiosque, e eu disse que parecia uma taba de índio, por causa da cobertura e de seu formato. Havia também ali cadeiras e mesas pequenas.

Após longa conversa, fomos todos descansar.

Eu fiquei numa varanda lateral, em um pequeno sofá, onde tirei um cochilo.

Meu filho ficou em um sofá sentado, em uma pequena saleta na parte da frente da casa.

Mais tarde, todos acordaram, e eu fui procurar meu pessoal.

Encontrei meu filho, que estava cochilando sentado, e encontrei minha esposa, e então fiquei sabendo que George tinha saído com a mãe.

Ficamos na varanda da frente da casa aguardando o seu retorno.

Durante essa espera, pude perceber nitidamente as ruas e alguns poucos carros circulando, como em uma pequena cidade inglesa.

Após algum tempo, eles chegaram, para minha alegria.

Quando vi George Harrison chegando, não tinha a menor dúvida de que era ele mesmo, a mesma pessoa com quem havia conversado horas antes, mas a sua aparência havia mudado. Ele agora parecia um garoto pequeno, talvez de uns sete ou oito anos, ou menos, e era branquinho, tinha algumas sardas no rosto e tinha os cabelos compridos.

Eu estava sentado quando ele entrou e se aproximou, e então comecei a falar com ele e toquei na sua testa e desci o dedo até a ponta do nariz, como fazemos com crianças pequenas, brincando, e ele não reagiu.

Comecei a explicar a ele que os Beatles foram descobertos graças a ele, graças ao solo de guitarra que ele fez na gravação da música My Bonnie, em 1961, acompanhando o cantor Tony Sheridan.

O cantor já era conhecido na época, mas os Beatles ainda não.

Os Beatles somente gravaram seu primeiro disco em 1963, quando começaram o sucesso rapidamente.

Dizia eu a ele que Brian Epstein, que foi o primeiro empresário dos Beatles, descobriu a banda em 1963 ao chegar em uma de suas lojas de discos (ele tinha uma cadeia de lojas de discos) e estava tocando My Bonnie, e ele perguntou ao vendedor que banda era aquela, e escutou como resposta que eram os Beatles, uma banda de Liverpool, mesma cidade onde Brian morava.

Foi aí que Brian foi procurar os Beatles, no Cavern Club, e se encantou com a banda e virou seu empresário, e o sucesso veio rápido.

Disse a Harrison que o que mais chama a atenção na música My Bonnie, que atraiu a atenção de Brian, é o solo de guitarra dele.

Brian Epstein não ficou encantado com o vocal de Tony Sheridan, que já era conhecido. Ele não foi procurar Tony Sheridan. E os rapazes dos Beatles nem cantam nessa música, mas apenas ficam gritando o tempo todo, dando para reconhecer claramente os gritos de Paul McCartney ao fundo, e as vozes são baixas, de fundo mesmo, sem qualquer relevância. A bateria não tem nada demais na música.

Disse então a Harrison que o que chamou a atenção de Brian na música foi a sua guitarra, o seu solo maravilhoso, visceral, pulsante, que dá uma vida extraordinária à música.

Então, foi ele, segundo penso hoje, e como lhe disse nessa madrugada, que causou a atração do empresário e o sucesso que se seguiu.

Isso animou mais Harrison, e melhorou a sua autoestima.

As músicas dele, sobretudo as canções, estão entre as mais belas dos Beatles, como Something e While My Guitar Gently Weeps.

Senti que Harrison desenvolveu um certo complexo de inferioridade em relação a Lennon e McCartney, e procurei desfazê-lo, pois ele era um músico brilhante, e excelente compositor também.

A partir de 1978, por causa da projeção astral, me afinei mais com Harrison do que com Lennon e McCartney, e passei a ouvir mais as suas canções, e sou apaixonado por My Bonnie e por While My Guitar Gently Weeps, que quando toca me dá arrepios. O modo como Harrison faz a guitarra “chorar” é extraordinário.

Acho que me tornei amigo de George Harrison após essa visita.

Já havia tido um encontro com ele em 1978 ou 1979, quando estava apenas iniciando minhas vivências fora do corpo, certamente por ouvir muito as suas músicas, e pela admiração que tinha pelos Beatles e por ele. Mas naquela época ele ainda estava encarnado.

Esse agora foi o segundo encontro com ele, que me recorde, e foi uma coisa marcante. Nunca mais esquecerei esse encontro com um dos maiores compositores e músicos dos tempos modernos, e um ser humano extraordinário, apesar de ainda humano, com traumas, complexos, problemas de autoestima, etc., como todos nós.

Espero ainda encontrar George outras vezes.

Sugestão aos leitores: Ouçam a música While My Guitar Gently Weeps, dos Beatles, e façam uma oração pelo ex-Beatle George Harrison.

Muita Paz!

Abraço.

Luiz Roberto Mattos

Salvador, 11 de fevereiro de 2012.



11/2/2012 07:41:24
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Luiz Roberto Mattos (0 autor): Amiga Norma Rossi Enquanto os laços sanguíneos se rompem com a morte física, os laços do coração, do sentimento, do afeto, não se rompem nunca mais! Quando amamos de verdade, a morte do corpo carnal é apenas um afastamento temporário! Você vai encontrá-lo novamente! Eu estarei com a minha esposa...

Norma rossi: Vc. encontra tanta gente, pensa em encontrar sua esposa por lá, viverem juntos, quando tiverem que partir? Por favor, me responda pois sofro só em pensar que não encontrarei meu amado esposo. grata

Valdirene Leão da Silva: Sou uma grande admiradora desse ex-beatles, que para mim era o mais sensível e humano dos três. Quanto à sua experiência, achei maravilhosa, que bom que você compartilhou com todos seus leitores! Um grande abraço, você é uma pessoa de fato singular!

Joao Altair Menes: Também sou fã do George.Parabéns pelo encontro com o astro.Isso só demonstra que vc tb é muito evoluido espiritualmente.Aquele abraço!!!

Jorge Mattos: É com grande emoção que li esse texto, pois compartilho com sua opinião sobre George Harrison. Ele foi um guitarrista extraordinário, o máis técnico e genial que já houvi. Sugiro ouvir os geniais solos seco, vigorosos e criativos em Old Blues Shoe e a parte final do disco Abbey Road -Lado B do vinil

Francisco André Neto: Vc é um felizardo por ter conversado com Harrison. Fiquei sabendo de muitas coisas sobre sua vida artística que eu desconhecia. Vou ouvir a música sugerida e orar por George Harrison.

O autor: Cara Sandra Não tenho essa mediunidade toda! Nem sempre consigo localizar uma pessoa! E preciso ter algumas informações sobre uma pessoa para tentar localizá-la, como, por exemplo, se está encarnada ou não... Me informe e me mande foto dele! E-Mail:luizrpmsa@terra.com.br

Sandra: Olha,não há dúvidas que sejas portador de grande mediunidade,por isto estou aqui querendo se possível uma resposta sobre o meu irmão mais velho...seu nome é Sérgio e por certo já sabeis à resposta.Poderia por favor me ajudar?

O autor: George Harrison era o guitarrista solo, enquanto Lenon fazia a guitarra base. Quando eu era garoto achava que era o contrário. Harrison, para mim, foi o maior guitarrista solo em matéria de beleza. Velocidade é outra coisa. Preste atenção aos solos dele nas músicas dos Beatles. Sutileza pura!

Benilton Macedo: Prezado Luiz Roberto. Sou fã dos Beatle desde a década de 60, mas nunca havia percebido a habilidade de George Harrison com a guitarra, porque quase todos da Banda tocavam guitarra. Sempre me concentrei no conjunto, sem fazer este destaque que você faz. Muito interessante essa história.

   
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Luiz Roberto Mattos

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