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Revista Crista de Espiritismo

Santuário

 ::   Entrevista sobre suicídio

Voltar SUICÍDIO  
Alexei: Luiz, vamos iniciar a entrevista conceituando o assunto. Portanto, gostaríamos de saber o que é o suicídio e quais são as principais consequências desse ato sob a perspectiva da espiritualidade?
Luiz: O suicídio é o ato voluntário de tirar a própria vida, dito de uma forma bem simples e objetiva. Esse é o suicídio consciente.

O suicídio sempre envolve violência física consigo mesmo, ou seja, no suicídio a pessoa agride o próprio corpo de forma drástica, de modo a não mais permitir a permanência do espírito nele. É dando um tiro no peito ou na cabeça, tomando veneno, pulando de um edifício, etc.

Esse dano físico fica registrado também no corpo espiritual, no perispírito, no corpo astral, pois esse corpo energético está intimamente ligado ao corpo físico,  e isso acaba sendo passado de alguma forma para o novo corpo físico quando a pessoa  reencarna. Isso será analisado na pergunta 9. O suicida é visto, do ponto de vista espiritual, como alguém que faliu em sua prova, resgate ou missão. Mas continua sendo digno de respeito e compaixão.
 
Alexei: Em sua opinião, o que levaria uma pessoa a cometer suicídio? Teria alguma relação com a própria ignorância com relação à vida após a morte? Obsessão espiritual, fuga dos problemas ou da própria vida?
Luiz:

Não conheço nenhum caso de espírita que tenha cometido suicídio! Suicídio consciente, deliberado.
Há vários fatores que levam uma pessoa a cometer suicídio.

No Japão antigo, por exemplo, uma pessoa podia cometer suicídio por questão de honra, por estar submetido a um rígido código de conduta e honra, sem que isso significasse fuga da vida, desejo de morrer, etc., como se pode ver muito bem no filme “O Último Samurai”, sobretudo quando o líder dos samurais diz para o imperador que se ele, o samurai, não lhe serve mais, que basta que o imperador ordene e ele tiraria a própria vida. Isso não é um ato de fuga, nem de covardia, mais de honra, segundo o código dos samurais da época.

Há pessoas que perdem os bens, em uma falência de empresa, por exemplo, e não conseguem mais viver na pobreza, não aceitam a grande e irreparável perda material, e decidem tirar a própria vida.
Há aqueles que perdem um amor, na verdade uma grande paixão, com uma separação de casamento, noivado ou mesmo um namoro e resolvem deixar a vida, para não viverem na dor. Não aceitam a dor da separação do ser amado.

Há os que tiram a vida após uma grande derrota, que se torna uma grande perda pessoal, inaceitável, como no caso de Hitler, por não conseguir conviver com a derrota, e com a humilhação.
São vários os motivos que levam uma pessoa a desejar deixar de viver.

Penso que na maioria dos casos a pessoa que comete suicídio não tem conhecimento da vida após a morte, nunca se preocupou com isso, nunca se aprofundou nessa questão, e tem uma visão puramente materialista e imediatista da vida. Pensa que a vida é só isso aqui no mundo material. Então pensa que a morte a livrará da dor, do sofrimento, da vergonha, da humilhação, etc.
Em alguns casos um forte processo obsessivo pode levar uma pessoa a cometer suicídio. Mas isso só acontece se for permitido pela espiritualidade, por necessidade cármica da pessoa. A Lei de Causa e Efeito.

Todavia, penso que na maioria dos casos a motivação do suicidio é mesmo a busca da fuga da vida, da fuga dos problemas que a pessoa considera insolúveis, não tendo forças e coragem para enfrentar o problema, e o orgulho tem muita participação nisso.

 
Alexei: A prática do suicídio sempre está relacionada com problemas de ordem espiritual?
Luiz: Não. A meu ver, o desejo de morrer, de tirar a própria vida, está muito mais ligado ao desejo de fugir do problema que a pessoa acha insolúvel.

Todavia, se pensarmos que muitos de nós temos desafetos do passado, desencarnados, que foram prejudicados por nós em outra vida ou mesmo nesta, podemos pensar que um espírito pode estar ajudando, dando um “empurrãozinho”, insuflando a ideia do suicídio ou simplesmente reforçando-a, telepaticamente, para se vingar da pessoa que a fez sofrer anteriormente. Isso pode caracterizar uma obsessão. Mas não é a causa do suicídio. A causa está no próprio encarnado, que não consegue viver com o problema, com a dor, com a perda, e resolve tirar a própria vida.
 
Alexei: É verdade que o suicida continua após sua morte de alguma forma ainda ligado emocionalmente e energeticamente a seu corpo físico a ponto de em alguns casos poder sentir a putrefação do mesmo?
Luiz: A primeira vez que li sobre um espírito ligado ao corpo acompanhando a sua decomposição foi aos 18 anos, quando li “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec.
Depois, tive oportunidade de ouvir relatos de espíritos em reuniões mediúnicas que estavam vendo e sentindo os vermes sobre o seu corpo.

Porém, isso nem sempre acontece. Tudo depende do grau de apego que uma pessoa tem ao corpo, da motivação do suicídio, das ações da pessoa durante sua vida, etc., pois tudo isso são variáveis que podem atenuar o ato, e o suicida pode ser de imediato socorrido e levado pelos bons espíritos para um hospital em uma das muitas cidades do mundo espiritual.
Conheço um caso de suicídio de um conhecido meu que logo foi amparado, e não ficou à deriva no umbral...

Alguém, por exemplo, que por questões cármicas sofre um forte processo obsessivo, a ponto de ter a mente comandada pelos obsessores, não sendo mais senhor de si, não tem pleno domínio do ato do suicídio, e por isso pode ser logo amparado após deixar o corpo, pois a sua cota de sofrimento termina ali, com a morte, e a pesssoa não é deixada nas mãos dos obsessores no mundo espiritual.
São muitas as variáveis. Não há uma regra matemática para todas as situações. Cada caso é um caso.
 
Alexei: Luiz, com base em suas experiências fora do corpo e vivências em trabalhos mediúnicos, qual a principal diferença que você observa entre aqueles que vivenciam a morte natural e aqueles que a vivenciam através do suicídio?

Luiz: Na morte natural, a pessoa não esperava a morte, não contava com ela, e nem pensava nela. A morte pegou de surpresa o encarnado. Mas os espíritos protetores sabiam do desencarne planejado. E há planejamento para o desencarne, que envolve o desligamento energético do perispírito, do corpo espiritual. Então esse desligamento normalmente acontece mais rápido, muitas vezes durante o velório, ou até antes dele.

No entanto, no caso do suicídio, a morte não foi planejada pela espiritualidade, e por isso em alguns casos o desligamento energético não é feito, deixando o espírito suicida preso energeticamente ao corpo físico por semanas e até meses, e alguns veem mesmo a decomposição do corpo, o que constitui cena dantesca, um horror.
É bom lembrar que há pessoas extremamente apegadas ao corpo, à beleza física, e que sentem grande dificuldade em se separar dele. Essas pessoas, quando cometem suicídio, demoram mais a se desligar do corpo. 

Uma outra coisa, que considero um grande diferencial entre os que morrem de forma natural e os que cometem suicídio é o sentimento de culpa que muitos carregam por anos, por terem tirado a própria vida, sobretudo porque logo descobrem que a vida não acabou, e terão que conviver com as consequências do seu ato, como, por exemplo, ter deixado uma família desolada e desemparada. Essa culpa interna gera um sofrimento enorme. Muitos espíritos não se acham merecedores de auxílio espiritual, face ao ato que cometeram. É preciso muitas vezes em reuniões mediúnicas trabalhar esse sentimento de culpa do espírito suicida para poder ajudá-los.
 
Alexei: No livro Nosso Lar, psicografado pelo médium Chico Xavier, conhecemos a história do espírito André Luiz, que cometeu um "suicídio inconsciente". Você poderia nos esclarecer melhor o que seria e como se processaria esse tipo de suicídio?

Luiz: No suicídio consciente, a pessoa decide morrer, acabar com a vida, e se mata. É um ato pensado, estudado, planejado.

Já no chamado suicídio inconciente, como no caso de André Luiz, a pessoa não deseja, a nível consciente, morrer. Mas age de forma a destruir o corpo lentamente, seja fumando muito, bebendo muito, tomando drogas, comendo muita gordura animal, etc.

No passado distante, quando não havia ciência, nem televisão, ninguém podia ser chamado de suicida por comer muito, beber muito, por fumar. O próprio Cristo disse que o mal não era o que entrava pela boca, mas o que dela saía.

Porém, com os avanços da ciência, sobretudo da medicina, passamos a ter conhecimento de que essas coisas fazem mal. Fumar, beber muito, comer muita gordura animal e tomar drogas mata. Isso hoje é evidente, é inquestionável.

André Luiz bebia e fumava, de modo a destruir seu corpo, e causar a sua morte. Ele não queria morrer. Mas agiu de forma a buscar a morte precocemente. Isso é suicídio inconsciente.
O mal uso que fazemos do nosso veículo de manifestação neste mundo não passa impune.
Recebemos um corpo e devemos cuidar bem dele, melhor do que cuidamos de um carro. E não fazemos isso!

 
Alexei: Luiz, como deve ser nosso posicionamento espiritual para com a pessoa que infelizmente cometeu suicídio? Devemos orar, pedir auxílio de forma similar àquela pessoa cujo desencarne se procedeu de causas naturais? Ou devemos ter algumas ressalvas no sentido de evitarmos entrar em sintonia mental e energética com o suicida, de forma prejudicial para nós?
Luiz: Nosso pensamento jamais deve ser de desprezo, de julgamento ou de condenação com o suicida!

Ele já sofreu muito até decidir se matar, num ato de desespero! Já sofreu muito após a morte!
O suicida deve ser tratado com o maior carinho, com amor, com compreensão, com entendimento, com compaixão. Nunca com restrições!

Devemos acolher um espírito suicida como se ele fosse nosso filho! Se possível, colocá-lo até no colo, ainda que mentalmente.

Além de sofrer pelas coisas que muitos outros sofrem, por falta de preparo para a morte natural, o suicida ainda carrega um forte sentimento de culpa, normalmente está em profunda depressão, com medo, evitando contato, desejando que tudo se acabe de verdade...é uma situação verdadeiramente triste...já atendi muitos suicidas em trabalhos mediúnicos...é sempre de partir o coração...

O médium deve acolher o suicida com carinho e amor, e depois se desligar energeticamente dele, para não ficar com os resíduos em seu corpo!
Acolhimento verdadeiro! Acho que essa é a palavra!
 
Alexei: Nos estudos espiritualistas é de conhecimento comum a existência do chamado "Cordão de Prata", que seria algo como um vínculo energético/espiritual existente entre o corpo físico e nossos corpos espirituais e consciência. Em uma morte por causas naturais relata-se, a partir de observações clarividentes, que o Cordão de Prata lentamente se desfaz, para finalmente se "desconectar" no momento do desencarne. Em sua opinião, como se processaria essa "mecânica do desencarne" para a pessoa que praticou suicídio?

Luiz: Na morte por velhice ou doença demorada, o cordão energético vai se desprendendo lenta e progressivamente, na medida em que o corpo vai perdendo vitalidade.
Na morte violenta, por acidente ou assassinato, o corpo ainda estava com sua vitalidade normal. O mesmo acontece também no suicídio.
Na morte violenta, como os espíritos protetores sabiam antecipadamente o que iria acontecer, há um planejamento prévio para proceder o desligamento do cordão energético logo após a morte. Mas isso, a depender da vida e da consciência da pessoa, pode levar semanas ou meses, como dissemos antes.

Acredito que o mesmo acontece com o suicida. Como a pessoa leva dias, semanas ou meses pensando em morrer, até chegar a hora de cometer o suicídio, seu protetor já sabe o que fazer, e o desligamento pode também se dar rápido ou não, a depender de outras variáveis, como no caso das mortes violentas comuns.
 
Alexei: A consciência que realizou suicídio em sua existência anterior está sujeita a sofrer em uma futura reencarnação os reflexos desse ato cometido? Caso afirmativo, como se processaria essa questão?

Luiz: Como dissemos antes, tudo o que se faz com o corpo físico fica registrado, por repercussão, no corpo espiritual, o perisírito.
Esses registros serão gravados no mapa cromossômico que gerará o novo corpo físico, na próxima vida.

Assim, por exemplo, alguém que deu um tiro na cabeça pode renascer com deficiência mental, ou com uma lesão cerebral, ou um tumor no cérebro, etc.

Alguém que tomou veveno pode renarcer com fragilidade no estômago. O que inalou gás pode renascer com fragilidade no pulmão, etc.

São apenas alguns exemplos, pois são múltiplas as situações de deficiências físicas ou mentais associadas ao suicídio.

Não podemos esquecer, no entanto, que em todos os nossos atos, até mesmo nos atos criminosos voltados para o nosso próximo, há agravantes e há atenuantes.

Também nas consequências do suicídio serão levados em consideração fatores agravantes e atenuantes, quando se for planejar a próxima encarnação.

 
Alexei: Como se processaria o desencarne no caso de pessoas que heroicamente sacrificaram sua própria existência física para o salvamento ou o bem do próximo, como no caso de homens que exercem profissões de risco, como policiais, bombeiros, etc.? Mesmo sendo um ato heroico, sob a perspectiva do mundo material, a morte seria considerada pela espiritualidade como suicídio?
Luiz: Não, de modo algum!

Um ato heroico para salvamento de outra pessoa é um ato nobre, que envolve o risco e muitas vezes o sacrifício da própria vida para salvar o outro.

Isso não guarda absolutamente nenhuma relação com o suicídio!

Enquando o suicida decide morrer para fugir da vida, fugir dos problemas, da dor, o que é um ato egoísta, pois está pensando apenas em si mesmo, o bombeiro e o policial, citados na pergunta, estão arriscando a própria vida para salvar o próximo.

Um bombeiro enfrenta incêndios terríveis, como o das torres de Nova Iorque em 2001, sabendo sempre que poderá não sair do incêndio com vida, e sabendo que poderá deixar sua família sem o pai. O mesmo acontece com os policiais, que diariamente enfrentam bandidos bem armados, podendo morrer a qualquer momento, para proteger a sociedade.

Esses são herois, bravos, corajosos! Enfrentam qualquer situação para proteger e salvar as pessoas!
Quando morrem, normalmente são logo amparados pelos espíritos bons!
 
Alexei: Luiz, com relação a suas experiências fora do corpo ou viagem astral, você já vivenciou uma experiência no plano espiritual de auxílio a uma pessoa que cometeu suicídio? Caso positivo, poderia nos relatar?
Luiz: No momento não recordo de nenhum caso...lembro de muitos atendimentos em reuniões mediúnicas...
 
Alexei: Em caso de suicídio, segundo sua experiência, em qual estado a pessoa (digo a consciência ou espírito) normalmente se encontra após a prática do ato? Ficará a mesma nas proximidades do corpo? Perambulando pela crosta terrestre? Seria imediatamente auxiliada por consciências benfeitoras, ou seria atraída automaticamente para regiões mais densas, tais como a região conhecida no espiritismo como umbral?

Luiz: Como já respondi anteriormente, as situações são muito variadas. A situação do suicida após o ato, e após a morte, não depende apenas do ato do suicídio em si, mas também de outras questões, como as suas boas ou más ações em vida, da participação ou não de espíritos desencarnados no suicídio, da motivação do suicídio, etc. Assim, tanto um suicida pode despertar em uma região escura no umbral como numa cama limpinha num hospital em uma colônia no mundo espiritual.

Pense em alguém que praticou muito bem, que ajudou milhares de pessoas durante a sua vida, e que em determinado momento sofreu uma grande dor, sentiu-se fraco para prosseguir, sentiu-se só, abandonado, e resolveu tirar a própria vida. Todo o bem que fez é esquecido? Lógico que não. Isso servirá de atenuante para o seu ato. Muitos estarão rezando por essa pessoa, e isso certamente vai gerar um socorro rápido. Um ato desesperado no fim da vida não pode se sobrepor a uma vida de trabalho honesto e não apaga os atos nobres em favor do próximo. Nenhum bem praticado será esquecido!

Os egoístas, que só pensavam mesmo em si, e que covardemente e por extrema fraqueza fugiram ao seu compromisso, e que fizeram muitos sofrerem, esses sim, poderão passar uma temporada em regiões escuras, porque suas consciências escuras e seus desequilíbrios os levarão para essa região, por afinidade energética e vibratória.

 
Alexei: Luiz, qual(is) livro(s) você indicaria sobre o tema suicídio para aqueles que desejam se aprofundar mais no assunto ou que tiveram casos de suicídio na família e desejam se informar mais sobre as características espirituais que envolve este tema?
Luiz: Recomendo a leitura de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, e também a obra psicografada “Memórias de Um Suicida”, ditado pelo espírito Ivonne do Amaral Pereira, um clássico.
 
Alexei: Em sua opinião, como poderíamos diminuir a taxa de suicídios atualmente existente no mundo? Um processo de espiritualização das pessoas seria parte fundamental deste objetivo?

Luiz: Exatamente. Só a espiritualização verdadeira afasta a hipótese do suicídio!

Quem se reconhece como espírito imortal, e sabe de verdade que está neste plano físico apenas temporariamente, para aprender muitas coisas, para passar por provas, expiações, cumprir missões, etc., está muito mais forte, mais consciente, e mais “imunizado” contra a ideia do suicídio.

Quem vence a ilusão desta “matrix”,  e sabe que toda dor e todo sofrimento terminará em breve, tem muito mais coragem para enfrentar as dificuldades da vida, tem mais forças para lutar, e não desiste com facilidade da vida.

Ler e estudar literatura boa das religiões e o espiritualismo em geral nos fortalece muito!

Um ser espiritualizado não sai da vida pelas portas dos fundos...não se suicida jamais...

Ressalto que é difícil um pobre, um mendigo, se matar! Normalmente são pessoas com boa situação financeira que se matam, o que mostra que a maior causa de suicídio não está na falta de recursos materiais, não está na fome.

As maiores taxas de suicídio estão em países ricos, em termos materiais, mas pobres em termos de espiritualidade...

 
Alexei: Luiz, se alguém nos disser que está com ideias suicidas, em sua opinião, como melhor podemos aconselhar e orientar essa pessoa de modo a evitar que ela cometa suicídio?
Luiz:

Tentando mostrar à pessoa que esta vida é transitória, passageira, e que a vida verdadeira é a do espírito, e que toda dor e sofrimento passarão, não serão eternos, e que devemos ser fortes para enfrentar toda dor, e sairemos da vida apenas quando Deus decidir que chegou a hora, e só sairemos pela porta da frente...

Tentar mostrar que estamos aqui aprendendo, e que as dificuldades são provas para o nosso aprendizado, e que as expiações são a correção do nosso rumo...são experiências retificadoras...e que se abandonarmos o navio antes de sua chegada ao porto, teremos que voltar nadando, com maiores dificuldades, para retomarmos o navio...

Quem foge das provas é reprovado, e terá que voltar em situações talvez ainda piores para aprender...
Dizer que deve ser forte, e tentar auxiliar no que for possível...

Dar o ombro para que o outro chore, enxugar as lágrimas quantas vezes forem necessárias...
Orar pela pessoa, dar atenção, e não abandonar...

Quem está pensando em suicídio está chegando ao fundo do poço...

Por isso, precisa que alguém lhe estenda a mão para segurá-lo...

Não deixar a pessoa cair no abismo...

Se preciso for, segurar até pelos cabelos, mas não deixar cair no poço da escuridão...

Salvar um suicida em potencial é uma coisa nobre, e que jamais será esquecida por Deus!
Jamais pense em desistir da vida!

Viver sempre vale a pena, por pior que a vida possa parecer!

Alguns anos diante da eternidade não são nada!

A dor, a angústia e o sofrimento logo cessarão!

Força, coragem, confiança em Deus!

Faça a sua parte e o céu te ajudará!

 
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Criação da Loja Virtual e venda dos livros

Amigos, durante mais de nove anos mantive todos os meus livros disponíveis para download gratuito e uso em qualquer site.

Decidi recentemente iniciar a produção dos livros que nunca foram publicados impressos. Isso implica em custo com capa, diagramação, revisão e impressão.

Dessa forma, e por esse motivo, resolvi criar uma loja virtual aqui no site para a venda dos livros, inicialmente em formato e-book, e depois um a um impresso.

Não posso custear a edição física de todos os livros sem a venda dos e-books.

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Luiz Roberto Mattos

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