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Revista Crista de Espiritismo

Santuário

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O SACRIFÍCIO DE JESUS
Dias antes de sua morte, Jesus disse a seus discípulos que iriam a Jerusalém.

Todos se alegraram, porque Jesus ainda não tinha estado em Jerusalém após dar início ao seu trabalho messiânico.

Acharam que Jesus seria glorificado, aclamado como messias, bem recebido, mas Jesus lhes disse que em verdade ele seria morto em Jerusalém.

Ninguém entendeu bem o que ele disse naquele momento, pois não achavam que iriam matá-lo.

Jesus entrou em Jerusalém como um rei, apesar de montado em um jumentinho, exatamente como previsto nas escrituras sagradas dos judeus.

Todos o aclamaram na entrada, deitando ramos de palmeira por onde ele passaria.

Todavia, quando Jesus entrou no grande templo, o Templo de Salomão, e derrubou as bancas dos mercadores, esbravejou, e disse que aquela casa era a casa dos lagartos e das aranhas, dentre outras coisas, e chamou os sacerdotes do templo de hipócritas, etc., ele atraiu a ira dos sacerdotes, quase todos, pois mexeu com o orgulho deles, além dos interesses materiais, pois ganhavam dinheiro com os mercadores e com a venda de animais para os sacrifícios. Jesus afrontou o centro do poder religioso da Palestina!

Ali nasceu a vontade de matar Jesus, ou ela foi enormemente aumentada.

Naquele momento Jesus selou o seu destino, a morte.

No entanto, Jesus não era um homem ingênuo!

Ele já havia sofrido perseguição dos sacerdotes antes, e inclusive uma vez teve que se retirar para a cidade de Tiro, na Fenícia, para não ser preso e possivelmente morto.

Quando decidiu ir a Jerusalém, Jesus sabia que havia chegado a hora de sua morte, e todo o complemento que viria depois, como a ressurreição.

A ida ao templo e a provocação aos sacerdotes foi um ato deliberado, não casual.

Jesus não agiu por mero impulso! Ele não era um homem desequilibrado e impulsivo, inconsequente.

Ele foi ao templo provocar, pois só assim ele seria preso e morto. E isso tinha que acontecer. Estava previsto nas escrituras há séculos.

O messias seria entregue aos incrédulos e morto. Os livros davam até detalhes de sua morte infamante, e falavam até que não seriam quebrados seus ossos, e que não seria lançada sorte sobre suas vestes.

Jesus precisava cumprir as escrituras, como ele mesmo dizia claramente. E por isso não podia fugir da prisão e da morte. Pelo contrário, ele foi ao seu encontro.

O que Jesus pretendia com sua morte? Qual a importância e o significado da morte naquelas condições e naquele momento?

Ele dizia a seus discípulos que três dias depois da morte ressuscitaria, como o profeta Jonas, que ficou três dias dentro de um grande peixe e depois foi expelido, vivo.

Jesus se entregou para o sacrifício, como um cordeiro que vai sozinho para o matadouro.

Ele poderia ter fugido, mas não o fez.

Ele poderia ter sido poupado por Pilatos, que não via nele nenhum pecado, bastando pedir ao governador romano que o livrasse, e isso possivelmente seria feito. Pilatos fez de tudo para soltar Jesus!

Todavia, Jesus não queria ser solto. Ele queria ser morto, pois só assim poderia ressurgir depois de três dias.

Se ele tivesse fugido, ou se tivesse sido solto por Pilatos, provavelmente hoje não existiria o cristianismo, nem nenhuma igreja cristã.

A morte de Jesus, e da forma como aconteceu, sendo um homem inocente, um bom homem, um homem justo, que só pregava a paz, o amor, a reconciliação, e que ajudava a todos indistintamente de raça, crença, etc., fez dele um mártir, um ídolo, um exemplo de ser humano.

Além disso, ao se espalhar em Jerusalém, e depois em toda a nação, e em seguida pelo mundo todo que Jesus ressurgiu da morte, fez nascer uma religião forte, com uma crença na vida após a morte atrelada a um código de ética e de moral diferenciado, pois nenhum código de ética anterior a Jesus falava tanto em amor ao próximo, em perdão, em reconciliação e tantas outras coisas.

A morte de Jesus garantiu a sobrevivência de sua mensagem!

Seu sacrifício voluntário tocou e ainda toca as pessoas do mundo todo!

Na última ceia, na véspera de sua morte, Jesus disse a seus discípulos que ninguém tinha mais amor pelo seu próximo do que aquele dá a vida por ele.

Isso foi uma prova de amor! Dar a vida para que sua mensagem se tornasse eterna, e pudesse ajudar a humanidade dois mil anos depois, e mais ainda.

Todo ano, nesta época da Páscoa, gosto de assistir filmes sobre Jesus, e o que mais gosto de ver é “A Paixão”, de Mel Gibson, apesar de ser muito “sangrento”, como dizem algumas pessoas.

O filme retrata muito bem o sofrimento vivido por Jesus nas últimas horas de vida física.

Ver o seu sofrimento, para mim, não é masoquismo!

Quanto mais assisto ao filme, mais admiro e amo Jesus!

Vejo que ele sofreu muito, pagou um preço altíssimo, para nos ajudar!

A imagem da cruz se imortalizou! Com ou sem Jesus pregado na cruz!

Essa imagem desperta religiosidade nas pessoas, desperta fé, esperança, crença, amor por ele, desejo de superação da dor e dos problemas, desejo de perdoar, de se reconciliar e tantas outras coisas que ele pregou.

A cruz nos lembra de Jesus! E lembrar de Jesus é lembrar de seus ensinamentos.

Seu sacrifício não foi em vão!

Milhões e milhões de pessoas já melhoraram por causa da mensagem de Jesus!

Milhões ainda serão beneficiadas.

Sua entrega não foi casual! Seu martírio, sua extrema dor física sentida no momento da lapidação com o flagelum romano e na crucificação tinham um objetivo claro, definido, aceito por Jesus.

No Monte das Oliveiras Jesus, por alguns momentos, devido à sua natura humana, sentiu medo, diante do terrível quadro que se aproximava, e que ele via mentalmente, antecipadamente, e por isso pediu ao Pai que afastasse dele aquele “cálice de sangue”, se fosse possível. Mas ao cair em si, e ver que aquilo era realmente necessário, aceitou o seu martírio, e disse que fosse feita a vontade do Pai, e não a sua. E se entregou.

A cada alma que se salva no planeta, e essa salvação é pessoal, com a mudança interior, a mudança de padrão mental e de comportamento, Jesus se alegra, e vê que seu sacrifício de fato não foi em vão.

Milhões, talvez bilhões de espíritos já se salvaram na Terra nesses dois mil anos que se passaram lendo ou ouvindo as palavras de Jesus!

Muitos mais ainda se salvarão.

A salvação é pessoal! Ninguém salva ninguém!

Nós nos salvamos, nós nos resgatamos.

Só nós transformamos a nós mesmos!

Para isso, precisamos perdoar aos outros e a nós mesmos!

Precisamos nos reconciliar com nossos adversários!

Temos que aumentar a nossa capacidade de amar!

Ler sobre Jesus, ouvir sobre Jesus, nos faz refletir, nos faz rever a nossa vida e as nossas atitudes. E faz transformar os nossos valores!

A mudança interior é evolução espiritual!

A renovação interior nos traz mais felicidade, e nos eleva aos céus!

Que nessa Páscoa nos lembremos daquele que deu a sua vida, e que sofreu muito antes de morrer fisicamente para que sua mensagem chegasse até nós, e pudesse ser alavanca para a nossa evolução espiritual.

Que a Páscoa não seja apenas uma troca de ovos de chocolate, mas um momento de recordação do mestre, de sua vida, de seu exemplo, de seu sacrifício e, sobretudo, de sua mensagem!

Feliz Páscoa, com o Mestre Jesus presente em sua casa, em sua vida e em seu coração!

Muita Paz!

Salvador, 06 de abril de 2012.

Luiz Roberto Mattos

6/4/2012 08:55:11    Versão para impressão
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Luiz Roberto Mattos

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