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AMNÉSIA REENCARNATÓRIA
Gosto sempre de deixar claro, logo de início, o significado das palavras que compõem os títulos que dou aos meus textos para que não pairem dúvidas sobre o seu conteúdo.

Assim, apenas lembrando, amnésia é esquecimento, falta ou falha de memória, e reencarnação é o ato de o espírito retornar à carne, mas em outro corpo de carne.

Portanto, estarei aqui associando a amnésia à reencarnação.

É de conhecimento de todo espírita, e acredito que também de todos os espiritualistas em geral, que ao reencarnarmos passamos pelo processo de esquecimento do passado. Ou seja, ao voltarmos à carne, no plano físico, esquecemos na maioria das vezes de forma completa todas as nossas vidas anteriores, todas as encarnações passadas.

Antes de renascermos, antes de reencarnarmos, passamos pelo que alguns espiritualistas do passado chamavam de sono da alma.

Em locais preparados para isso, no mundo espiritual, em cidades ou colônias espirituais, somos submetidos a um processo de adormecimento, de forma natural ou induzida, não sabemos ao certo, e entramos em sono profundo.

Alguns dizem que passamos por um processo de miniaturização, passando pela perda da matéria astral, da matéria do perispírito, e diminuímos de tamanho, para melhor nos adequarmos ao óvulo fecundado, que é minúsculo, é diminuto, e ao qual nos ligamos energeticamente, dando início, assim, a uma nova encarnação.

Isso, no entanto, não é relevante!

O mais importante, e que quero falar neste texto, é sobre o esquecimento do passado, sobre a amnésia, suas razões de ser e suas consequências.

Por que esquecer o passado? Por que esquecer nossas vidas e experiências passadas? Isso não nos traz mais prejuízo do que ganho, mais perda do que benefício?

Qual a lógica do esquecimento do passado?

Aliás, esse é um argumemto que já ouvi muitas vezes de materialistas contra a reencarnação.

Perguntam eles: Se vivemos antes em outros corpos, por que não nos lembramos dessas outras vidas passadas?

A pergunta tem sentido! É preciso haver uma resposta para ela, e de forma lógica!

Por que não nos lembramos de nossas vidas passadas se elas existiram de fato?

É preciso termos em mente, para respondermos a essa pergunta, que a Terra é um planeta de expiação e provas, com uma população espiritual ainda muito atrasada, cheia de vícios, e com um passado ainda sombrio, e muitas vezes bastante negro.

Sabemos que em muitas situações dois ou mais espíritos que foram inimigos no passado, em outras vidas, são colocados, mesmo sem saberem, na mesma família, como irmãos, pai e filho, mãe e filho, etc, para que se processe a reconciliação que de outra forma seria muito mais difícil, se não impossível, pela repulsa natural que se dá quando dois inimigos se reencontram, seja na escola, no trabalho ou até mesmo no seio da família.

O que aconteceria se todos se lembrassem claramente do passado ao se reencontrarem novamente na carne?

Pensemos em um pai lembrando nitidamente que sua filha foi sua amante, ou esposa, em vida passada. Ou uma mãe lembrando que seu grande amor do passado agora é seu filho.

Isso poderia despertar, ou redespertar, um velho sentimento que poderia por a perder a vida atual, com desvios sexuais dentro da própria família.

Pensemos em um pai que se recorda claramente que seu filho foi seu algoz no passado. Ou que uma mãe se lembre que sua filha a traiu antes com o atual marido, e isso desperta nela agora um ciúmes doentio, afastando-a da filha atual.

Agora pensemos em dois inimigos como irmãos, que já na adolescência se recordam das coisas que o outro lhe fez, como assasinato para ficar com seus bens ou com sua esposa, por exemplo.

O que aconteceria nessa situação?

É bem possível que o sentimento de ódio fosse redespertado, e que os dois voltassem a se odiar, a fazerem mal um ao outro. Até, quem sabe, em algum momento de maior raiva, um matar o outro.

As reconciliações de grandes inimigos seriam muito mais difíceis.

A verdade é que a esmagadora maioria das pessoas não está mesmo preparada para conhecer o seu passado!

Poucos estão maduros o suficiente para recordar, para lembrar o passado, pelo menos a sua parte negra, e conviver com o passado de forma sadia no presente.

O conhecimento do passado pode muitas vezes desestabilizar uma pessoa, e destruir uma família.

Quando já mais maduros, lembramos do passado e até rimos dele.

Conseguimos superar os entraves do passado! Conseguimos perdoar as faltas dos outros!

Todavia, é preciso estar bem maduro para isso!

No estágio atual de evolução humana, não é possível, nem prudente, abrir as portas do passado das pessoas, abrir as portas do inconsciente da alma para que o seu conteúdo pretérito desça para o consciente.

Por isso os espíritos mais evoluídos e maduros que dirigem o planeta no mundo espiritual cuidam para que todos esqueçam o passado antes de renascerem na carne.

Essa é a lógica do esquecimento do passado, é a lógica da amnésia em relação às vidas anteriores, as reencarnações passadas, colocada de uma forma bem simples e sintetizada.

Alguém, então, perguntaria: Mas e as coisas boas, o aprendizado, os sentimentos bons desenvolvidos em vidas passadas, tudo se perde, e nada é lembrado?

De forma alguma!

Toda vez que entramos em contato novamente com um determinado saber, com um conhecimento já adquirido em outras vidas, sentimos uma grande facilidade de aprender, porque, na verdade, estamos apenas recordando, não aprendendo pela primeira vez.

Sentimos isso até mesmo com conhecimentos e habilidades aprendidas na mesma encarnação.

Aprendemos a andar de bicicleta, para dar um exemplo clássico, deixamos de andar por alguns ou até vários anos, e depois montamos novamente em uma bicicleta e já saímos andando como se nunca tivéssemos deixado de andar.

O mesmo acontece com tudo o que aprendemos em nossas várias existências passadas.

Se aprendemos matemática em uma vida anterior, agora sentimos facilidade em aprender, porque na verdade estamos apenas recordando, o que também acontece com a música, a escrita e tudo o mais.

Nada se perde!

A prova disso está nos chamados dons natos, nas aptidões natas, nas facilidades que cada um tem para determinadas coisas.

Sempre há o primeiro contato com uma ciência, uma técnica, uma habilidade. Mas, uma vez aprendido algo, nas próximas vidas teremos facilidade em aprender, pois estaremos apenas recordando.

Muita gente tem dificuldade em matemática, pois muitos espíritos encarnados hoje passaram mais de 200 anos sem renascer, e o ensino público gratuito só começou no século 19 com Napoleão Bonaparte, na França. Mas só se popularizou mesmo no século 20. Então poucos tiveram contato em vidas passadas com essa matemática que se estuda nas escolas hoje.

Se os governantes tivessem essa visão, não forçariam todos a estudar tanta matemática, com tantos assuntos que nunca serão utilizados na vida cotidiana. Muita coisa desnecessária, que só serve para afastar muita gente das escolas.

As habilidades, os conhecimentos, todo o saber adquirido em uma vida permanece na mente do espírito, no inconsciente do ser, e vêm à tona em forma de dons, de aptidões e facilidades.

Nada de bom adquirido se perde!

Os sentimentos do passado são despertados, ou redespertados, assim que reencontramos as pessoas queridas, os seres amados novamente.

Logo no primeiro encontro se dá a chamada empatia, a afinidade, e parece que conhecemos a pessoa há anos, ou séculos, e muitas vezes conhecemos mesmo.

Assim, finalizando, a amnésia reencarnatória somente facilita a nossa vida, a nossa evolução, auxiliando a promover reconciliações que de outra forma seria quase impossível.

Por outro lado, nada de bom e útil conquistado em cada vida se perde, pois tudo que aprendemos e adquirimos fica registrado em nossa mente espiritual, e é aproveitado nas vidas seguintes, em forma de dons, aptidões e facilidades.

Muita Paz.

Salvador, 13 de abril de 2013.

Luiz Roberto Mattos







13/4/2013 10:43:15    Versão para impressão
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