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Revista Crista de Espiritismo

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MECANISMOS DA OBSESSÃO NA ATUALIDADE
Obsessão é cerco, assédio, influência ostensiva, continuada e persistente, e no caso de que tratamos - obsessão feita por um espírito desencarnado – ela tem essas características.

Todos nós vivemos em um mundo chamado material, mas que está interligado a outro mundo, o espiritual.

Temos um corpo de carne, o corpo físico, que serve para agirmos no mundo físico, e também um corpo espiritual, como chamou Paulo de Tarso, e que é chamado nas obras espíritas de perispírito.

Os espíritos desencarnados estão por toda parte, tanto no mundo espiritual quanto no mundo material, em nossa dimensão, mas invisíveis para a maioria dos encarnados.

Os espíritos desencarnados nos influenciam com seus pensamentos, e também mais modernamente através de tecnologias desenvolvidas no mundo espiritual por cientistas desencarnados inteligentes.

Em O Livros dos Espíritos, Allan Kardec perguntou aos espíritos que o guiavam (pergunta 457): “Os espíritos podem conhecer nossos mais secretos pensamentos?”.

Obteve como resposta: “Frequentemente, eles conhecem aquilo que quereríeis ocultar a vós mesmos; nem atos, nem pensamenos podem lhes ser dissimulados”.

Kardec perguntou aos espíritos (pergunta 459 do mesmo livro): “Os espíritos influem sobre os nossos pensamentos e sobre as nossas ações?”.

Obteve como resposta: “A esse respeito sua influência é maior do que credes porque, muito frequentemente, são eles que vos dirigem”.

Podemos ver, então, na obra do codificador do Espiritismo, que os espíritos podem estar presentes em todos ou quase todos os momentos da nossa vida, e que eles podem nos influenciar, inclusive de forma negativa, e podem até, em algumas situações, nos dominar mentalmente, dirigir nossos pensamentos e atitudes, ou seja, podem dirigir mesmo a nossa vida, já que todo ato decorre de um pensamento, que vem primeiro.

Na pergunta 464 da mesma obra, Kardec perguntou aos seus guias: “Como distinguir se um pensamento sugerido vem de um bom ou de um mau Espírito?”

Obteve como resposta: “Estudai a coisa; os bons Espíritos não aconselham senão o bem; cabe a vós a distinção”.

Essa é uma fórmula simples, e básica, para acolhermos ou não as sugestões mentais dos espíritos que nos rodeiam.

Há casos de obsessão em que o encarnado atraiu o desencarnado pelas suas imperfeições, pelos seus vícios, seja em bebida, em cigarro, drogas ou sexo. E nesses casos basta que o encarnado deixe o vício para afastar o desencarnado.

Sei que não é fácil libertar-se de um vício! A luta interior é muito grande! Mas sem essa libertação nenhum processo de tratamento da desobsessão dará resultado duradouro, porque muitas vezes no tratamento há convencimento do espírito desencarnado que estava ligado ao obsediado, e ele se afasta e segue o seu caminho no mundo espiritual, mas outros virão assediar e se aproveitar do viciado. Aí a obsessão continua...troca apenas o assediador...

A este respeito Kardec perguntou aos mentores (pergunta 467 de O Livro dos Espíritos): “Pode-se se libertar da influência dos Espíritos que nos solicitam ao mal”.

Seus mentores responderam: “Sim, porque eles não se ligam senão aos que os solicitam por seus desejos ou os atraem por seus pensamentos”.

É o que já chamei em artigo publicado em edição anterior desta revista de Obsessão Consentida.

Muitas vezes atraímos espíritos de forma involuntária por causa de nossos desejos desajustados, como os desejos de beber muito, de usar drogas, de fazer sexo desregradamente, etc.

Semelhante atrai semelhante! Essa regra é básica na obsessão!

Uma pessoa sadia mentalmente, equilibrada, e, sobretudo, espiritualizada, não é alvo de obsessão! Isso porque não existe sintonia e afinidade para a aproximação dos espíritos de menor evolução.

Na pergunta 469 de O Livro dos Espíritos, Kardec perguntou aos mentores: “Por que meios se pode neutralizar a influência dos maus Espíritos?”.

A resposta foi: “Fazendo o bem e colocando toda a vossa confiança em Deus, repelis a influência dos Espíritos inferiores, e destruís o império que eles querem tomar sobre vós. Evitai escutar as sugestões dos Espíritos que suscitam em vós os maus pensamentos, sopram a discórdia entre vós e vos excitam todas as más paixões. Desconfiai, sobretudo, daqueles que exaltam vosso orgulho porque vos tomam por vossa fraqueza. Eis porque Jesus nos faz dizer na oração dominical: Senhor! Não nos deixeis sucumbir à tentação, mas livrai-nos do mal”.

Todos nós sabemos diferenciar o bem do mal! Sabemos o que vai trazer prejuízo aos outros ou a nós mesmos!

Podemos, sim, rejeitar um pensamento, uma sugestão mental, mesmo sem saber que ela procede de um espírito desencarnado.

Não importa a origem do pensamento ruim! Ele deve ser repelido imediatamente! Se dermos forças a ele, ele vai acabar dominando a nossa mente, e os nossos pensamentos ficarão presos à vontadade do obsessor, e então estaremos dominados, mesmo sem termos disso consciência.

Kardec em O Livro dos Médiuns, Capítulo XXIII, trata da obsessão, e os meios de combatê-la.

O codificador subdividiu a obsessão em três tipos: Obsessão Simples, Fascinação e Subjugação.

Penso que o codificador da Doutrina Espírita colocou os três tipos em ordem ou grau de gravidade.

Assim, a mais simples das obsessões é exatamente a Obsessão Simples, e por isso mais fácil de ser debelada.

A fascinação, que atinge muitos líderes espiritualistas, inclusive espíritias, está no grau médio, e atua no orgulho e na vaidade, sendo por isso de mais difícil tratamento e cura, porque o fascinado precisa se livrar do orgulho e da vaidade, o que é difícil. Muitos gurus do oriente e do ocidente sofreram ou sofrem de fascinação.

A subjugação, também chamada de possessão, é aquela na qual há um domínio físico muito grande da pessoa, mas que começou com a dominação mental. São aqueles casos em que a pessoa se retorce, como no filme O Exorcista, ou tira a roupa em público, no trabalho, em um banco, por exemplo, como já conheci, etc,

Allan Kardec viveu no século XIX, e desencarnou em março de 1869.

Viveu, portanto, em uma época de pouca tecnologia, comparado aos nossos dias.

Em seu tempo não existia rádio, televisão, cinema, computador, internet ou outros aparelhos eletrônicos modernos.

Por isso ele não tratou em suas obras de obsessão com a utilização de aparelhos criados pelos espíritos desencarnados no mundo espiritual.

Nem mesmo nas obras de André Luis, psicografadas por Chico Xavier, esse tema foi tratado, pois naquela época os desencarnados ainda não usavam aparelhos em processos obsessivos.

Creio que somente depois da Segunda Guerra Mundial, na medida em que cientistas nazistas foram desencarnando é que alguns deles começaram a trabalhar para organizações das trevas e a construir aparelhos e equipamentos que passaram a ser utilizados para a obsessão, para o domínio de pessoas encarnadas.

Muitos livros psicografados pelo médium mineiro Robson Pinheiro nos últimos anos (li mais de dez), como a trilogia que começa com Legião, falam de aparelhos parasitas e obsessão complexa, utilização de ovóides em processos de obsessão, clonagem do perispírito, sequestro do duplo etérico e outras coisas mais que à primeira vista parecem surreais, fantasia, mas que tenho visto e descoberto, às vezes em mim mesmo, ao longo dos anos, e que são relatados também em minha casa espiritualista de trabalho, que lida com a obsessão.

Já tive implantado na base da minha coluna vertebral um aparelho pequeno, que me exacerbava os impulsos sexuais, além de terem sido implantados dois ovóides em meus testículos, um em cada, com o mesmo objetivo.

Sozinho, percebendo minha mudança, meus pensamentos e desejos ampliados, comecei a me equilibrar, e quando atingi um razoável equilíbrio, numa noite tive a lembrança clara de estar fora do corpo e sentir algo saindo de mim, duro e frio, que pude pegar, segurar com a mão, e era um pequeno aparelho.

Dias depois, em outra experiência de desdobramento, ou projeção astral, senti saírem de mim, escorregando pelas pernas, os dois ovóides, que caíram no chão de uma calçada por onde eu caminhava em uma cidade espiritual.

Não precisei passar por nenhum tratamento, porque consegui sozinho promover a renovação mental, a mudança do padrão de pensamento, controlar os desejos, o que foi suficiente para elevar meu padrão vibratório, e expulsar do corpo, mesmo sem eu saber, o aparelho e os ovóides.

Pela minha experiência em trabalho de mediúnica, de desobsessão, creio que a maioria dos casos de obsessão ainda é realizada da forma “tradicional”, ou seja, com a simples influência mental e energética. Com hipnose algumas vezes.

É o que as mediúnicas indicam a mim!

Todavia, há inúmeros casos em que espíritos mais inteligentes e que integram organizações complexas nas regiões sombrias do mundo espiritual utilizam aparelhos complexos, utilizam nanotecnologia, chips, e muitas outras coisas que sequer conhecemos no mundo material, porque a tecnologia, tanto do bem quanto do mal, na outra dimensão está muito na nossa frente.

Se já clonamos animais e plantas, mas nossa ética não nos permite clonar o ser humano, devemos lembrar que os espíritos das sombras não combatem com ética. Eles já clonam o perispírito faz tempo.

Há uns dois anos atrás, em minha casa de trabalho o mentor principal relatou que havia sido identificado um clone infiltrado em nossa casa, e que ele foi descoberto pelo chefe da segurança, um índio, desencarnado, e disse que ele descobriu o clone pelo cheiro, que era diferente do cheiro de um espírito normal, em seu corpo espiritual. O que se sabe sobre isso nas casas espíritas?

Alguns anos atrás, li em uma revista especializada de psicologia que um psicólogo na primeira metade do século XX fez uma pesquisa com os chamados loucos, internados em hospitais psiquiátricos, e que ele havia constatado que uma grande quantidade de doentes da psique dizia que tinha um aparelho implantado no cérebro. É claro que eles não foram levados a sério. Afinal, eram loucos. Mas certamente não podia haver tanta coincidência, nem tantos casos semelhantes em pessoas distantes umas das outras e que sequer se conheciam ou tinham informações umas sobre as outras.

Uma grande parte dos “loucos” não passa de obsediados, que veem espíritos ou ouvem vozes, que conversam sozinhos...muitos deles apenas médiuns perturbados e que não sabiam sequer o que era mediunidade...um dom desperdiçado...

Já visitei um conhecido que estava internado em um hospital psiquiatra em Salvador, muitos anos atrás, e ele me falou que tinha um “radinho” dentro do cérebro, e que ele ouvia as vozes por esse aparelho, que lhe davam ordens.

Médicos desencarnados especializados podem fazer cirurgias para a retirada desses implantes.

Se hoje já temos robôs, nanotecnologia, chips avançados, controle remoto, pense em tudo isso e muito mais sendo utilizado em processos complexos de obsessão.

Os espíritias e espiritualistas em geral precisam abrir a mente, aceitar novas revelações, como muitas já feitas nas obras de Robson Pinheiro, porque a prática está a demonstrar no dia a dia que as coisas relatadas nos livros existem mesmo.

Se ficarmos achando que não passa de fantasia, e que Allan Kardec não falou nada a respeito dessas coisas não teremos condições de combater e debelar os processos complexos de obsessão, que exigem muito mais conhecimento, e muito mais abertura mental.

A ortodoxia muitas vezes nos impede de avançar e com isso deixamos de ajudar pessoas que estão sendo atacadas por espíritos muito inteligentes e que ulilizam aparelhos avançados e complexos que são implantados no cérebro dos encarnados, através dos quais o domínio é muito mais fácil e prático do que ficar o tempo todo do lado agindo. Com os aparelhos a ação pode se dar de longa distância, e isso nem sempre é percebido nas reuniões mediúnicas, sobretudo quando os doutrinadores e médiuns acham que só existe obsessão se tiver um espírito ali ligado ao encarnado energeticamente...

Para finalizar, a humanidade, após o advento do cinema, e mais ainda da televisão, que está dentro de quase todas as casas no mundo, está a sofrer um ataque das trevas de forma sutil, desviando as pessoas de seus valores, pervertendo valores, distorcendo valores, criando novos valores que levam a uma bestialização do ser humano.

A televisão, que deveria servir para instruir, para educar, hoje em grande parte serve apenas para vender produtos, e vender valores nada espirituais ou nobres.

Muitos filmes e novelas passam valores distorcidos, e a mídia hoje, mundial, tem um gigantesco poder de penetração nas mentes e de influenciação da humanidade.

Em parte, a mídia mundial está dominada por espíritos de pouca evolução, mas muito inteligentes, e a mídia está influenciando muito negativamente a humanidade.

Podemos, de certo modo, dizer que há um grande processo de obsessão coletiva no mundo, influenciando a humanidade de forma ostensiva, continuada, e no sentido negativo, que é exatamente a definição de obsessão, como vimos no início de nossas palavras.

Há muitas propagandas que utilizam hipnose coletiva! Pense nisso nos filmes e telenovelas criando ou distorcendo valores...é uma forma sutil de obsessão coletiva!

Olhos abertos!

Temos um farol a ser seguido, ou alguns faróis, se assim preferirem.

Observar os ensinos de Jesus, a moral por ele pregava. Temos os ensinamentos de Buda, de Confúcio, de Platão e tantos outros.

Se nos guiarmos pelos bons mestres, nossa mente não estará à deriva e à mercê das influências negativas e da dominação pelos seres das sombras que querem dominar o planeta e impedir o seu maior avanço.

Orar e vigiar, para não cair em tentação, nem em dominação!

Muita Paz.

Salvador, 15 de fevereiro de 2013.

Luiz Roberto Mattos





4/5/2013 08:06:44    Versão para impressão
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Luiz Roberto Mattos

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